Sexta-feira, 25 de Setembro de 2009
Rui Castro

Ide ler o que escreveu o Pedro Pestana Bastos


Publicado em 25/9/09 às 15:52
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Bernardo Campos Pereira

Para quem está a pensar em votar no Bloco de Esquerda, para quem quer um voto útil e uma verdadeira mudança, a melhor alternativa é mesmo o CDS-PP.


Publicado em 25/9/09 às 14:23
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Quarta-feira, 23 de Setembro de 2009
Rua Direita









Domingo, se o PS ganhar, o cenário é este:


PSD sem líder no parlamento, Presidente da República politicamente fragilizado, Jornal Nacional da TVI à vida e, diz-se por aí, director do Público afastado. O PS perde a maioria absoluta mas ganha um pais sem oposição.


Sobra o CDS no Parlamento. Pode ser oposição, não tem de atravessar uma crise interna existencial e pode impedir os negócios do PS com o Bloco.


 


Se o PSD ganhar o cenário é:


E com quem se faz a maioria? Se o CDS não tiver votos que cheguem, Ferreira Leite ou governa sozinha, ou governa com os escombros do PS, num Bloco Central que alguns dirigentes do PSD admitiram.


Se o CDS tiver votos que cheguem, ajuda à maioria, como no passado.


Acresce, a tudo isto, que por causa do Método de Hondt , o CDS disputa votos ao PS e ao Bloco, não ao PSD.


Por tudo isto, onde o CDS pode eleger Deputados, votar CDS é duplamente útil. E não o fazer, sendo de centro direita, é um risco eleitoral.


 


Boa sorte



 


Publicado em 23/9/09 às 10:28
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Margarida Furtado de Mendonça

Porque alguém, curiosamente, no seu perfeito juízo, me pediu que aqui passasse (até agora não foi grande aposta..). Para vir dar uma mão a calcetar, plantar árvores, criar estacionamento e evitar passeios largos e esquinados bons para furar pneus e complicar o trânsito.


A minha escolha é básica, tenho por princípio a escolha de um caminho que é preciso, depois de escolher, percorrer. Não basta uma cruz a ver no que dá. Mais que não seja porque não “dá” em nada.


Sou de direita, sempre votei CDS, identifico-me com o que por aqui se escreve e quero acentuar duas coisas:


Uma é a do voto útil, é verdade que é cansativo, mas também é verdade que é verdade. É útil dar voz ao CDS. É preciso. É estatístico. É decisivo. O voto é um dever e todos os votos contam.


A outra, é o descontentamento e o cansaço do e pelo sistema, os políticos e a política, que entendo que exista, mas quero que acabe. Há coisas básicas que nos fazem desacreditar, como sendo um governo, que vai mudar, com toda a certeza mas, que daqui a 4 anos muda outra vez e outra vez… Só o tempo que demoram a sentar-se nas cadeiras e a nomear assessores, secretários e motoristas é demasiado. Demoram demais a tornar-se importantes. Depois, é preciso, e leva mais tempo, endireitar o que foi deixado de pernas para o ar, por de pé o que foi deixado cair, e convencer as pessoas que durante esse tempo está a ser feito trabalho à séria, de melhoramento, de desenvolvimento, de crescimento, de educação, de evolução pelo nosso país e pelas nossas pessoas, todas sem excepção, mas que muita coisa não se vê ou vem parar às nossas casas, como o Magalhães.


Acredito e sei que é assim que se faz, tem de haver um princípio que é longo. De ideias novas está o país cheio. É como o inferno e as boas intenções. Só com perseverança o trabalho pode dar frutos que depois queremos comer maduros. Mas temos de escolher e percorrer o caminho certo. É demorado. Mas com bom piso, boas estruturas, boas intenções e bons valores é meio caminho andado.


A conversa sobre o voto é frequente e é com desagrado que, com frequência, oiço “não sei onde vou votar”, costumo responder que acho importante manter a convicção que não duvido do meu voto e que é CDS e que agora mais que nunca é preciso manter e é importante com esse voto “Dizer que sei quem ainda pensa como eu”. Ouvem-me e não me contrariam.


Não quero que este governo, ou outro como este, continue a desfazer o país e a rir à nossa custa, a mentir, roubar e enganar os portugueses. Não posso ver um primeiro-ministro dizer agora, que vai fazer o que não fez enquanto foi o seu dever.


Quero uma rua direita, limpa, iluminada, sem buracos e sem esquinas, quero seguir sempre a direito, sem rotundas ao centro ou becos à esquerda.


Publicado em 23/9/09 às 01:50
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Segunda-feira, 21 de Setembro de 2009
Carlos Martins

PS e PSD passaram os últimos dias a discutir:


 


1. Se Portugal é ou não uma provincia de Espanha;


 


2. Se o PSD pagou aos proprios militantes para votações internas;


 


3. Se Manuel Alegre é socialista convicto a 50% ou bloquista moderado a 36,6% (e ja agora, se o cravo na lapela é uma espécie de ISO2000 para denominar a qualidade de um político)


 


4. Se a Madeira é ou não asfixiada democraticamente;


 


5. Se o PR disse ou não disse para um assessor dizer ou não dizer a um jornal que publicasse ou não publicasse que estava com medo que um outro assessor (do Primeiro-Ministro) estivesse a cuscar ou mandar alguem cuscar as suas conversas. Isto tudo, passado há mais de 17 meses, sem que ninguem se sentisse ofendido na altura (o que se fosse verdade, seria gravíssimo).


 


 


Ou seja, problemas do país, nenhum dos partidos do centrão quer discutir. E é este o voto útil ?


Publicado em 21/9/09 às 11:51
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Adolfo Mesquita Nunes

No mesmo programa da RTP, Marcelo Rebelo de Sousa jurou que o PSD precisava dos votos do CDS para ganhar as eleições. Mas se isto fosse verdade, o PSD não teria ganho as eleições em 2002, já que actualmente as sondagens apontam para cerca de 7% de votantes no CDS, e 8% foi a votação que o partido teve em 2002.


 


O que Marcelo Rebelo de Sousa procura são os votos que permitam esconder a incapacidade de o PSD ir roubar votos ao PS e ao centrão, onde sempre se ganharam e perderam as eleições em Portugal. E quer fazê-lo às custas do partido que mais e melhor fez oposição durante os quatro anos e meio em que o PSD demonstrou o notável sentido de responsabilidade de andar a brincar aos líderes.


 


Se o PSD quer ganhar as eleições, deve esmerar-se pelos votos do centro, que precisam de ser convencidos da mudança. Os votos à direita, convencidos que já estão de que Sócrates tem de sair,  estão bem onde estão.


Publicado em 21/9/09 às 11:31
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Carlos Martins

PS e PSD já afiaram as garras para o voto útil. Não que a utilidade do voto seja evidente, mas o argumento está sempre lá. Não mostram ideias, não mostram soluções, é tudo mais do mesmo, e ainda assim, é-lhes permitido com toda a arrogancia exigir a confluencia de votos.


 


Pobre da democracia que se permite a achar que para governar é preciso maiorias absolutas. 


 


 


Publicado em 21/9/09 às 11:22
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Adolfo Mesquita Nunes

Ontem à noite na RTP, na sua mista versão de comentador apoiante do PSD, Marcelo Rebelo de Sousa, esquecendo a sua versão Professor de Direito, mentiu aos portugueses assegurando que a Constituição manda que o Presidente da República convide o presidente do partido mais votado para ser Primeiro-Ministro.


 


É mentira, claro que é. Manda a CRP que o Presidente da República nomeie o Primeiro-Ministro, ouvidos os partidos representados na Assembleia da República, e tendo em conta os resultados eleitorais. Se os resultados eleitorais determinarem uma vitória socialista embora com maioria PSD/CDS, nada imepdirá o Presidente da República de ler nos resultados eleitorais uma incapacidade socialista de gerar uma maioria.


Publicado em 21/9/09 às 11:15
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Domingo, 20 de Setembro de 2009
Diogo Duarte Campos

Como já sou gordo, tenho que ser gordo.


Publicado em 20/9/09 às 19:29
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Terça-feira, 15 de Setembro de 2009
Maria Domingas Carvalhosa

O PSD tem actualmente todas as condições para, no próximo dia 27 de Setembro, virar a página de Sócrates. Como dizia com graça, Pedro Marques Lopes, na Sic Notícias, ‘nestas eleições até o Rato Mikey ganhava as eleições a José Sócrates’. A insatisfação dos portugueses é visível e há muito eleitor de centro que vai acabar por dar o seu voto a Manuela Ferreira Leite.


Agora, as sondagens mostram claramente que os portugueses não querem dar maioria absoluta a nenhum dos dois partidos do ‘centrão’. Sem maioria absoluta, MFL só terá três alternativas:


1. Avançar para um governo minoritário, que não usufruirá das condições necessárias para governar com eficácia este país em crise;


2. Aliar-se ao PS e criar um governo Bloco Central. Nada que repugne a alguns importantes responsáveis do PSD;


3. Constituir governo com o CDS. Esta terceira alternativa, que me parece a mais sensata, só será possível se o CDS obtiver um bom resultado eleitoral.


 


Digam-me agora, com o panorama eleitoral actual, qual é o voto mais útil?


Publicado em 15/9/09 às 12:42
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Sexta-feira, 28 de Agosto de 2009
Rui Castro

O CDS não vai chegar aos 5% - Filipe Nunes Vicente


Publicado em 28/8/09 às 23:24
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Quinta-feira, 27 de Agosto de 2009
Afonso Arnaldo

Deus Pinheiro: “Seria muito benéfico uma coligação PS-PSD”.


 

Uma ajuda a alguns indecisos, mas também uma dificuldade que se coloca, por certo, a muitos que se julgavam decididos.

 

Aproveitemos!!

Publicado em 27/8/09 às 12:22
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Rui Castro

Dizem-me que no i de amanhã, o cabeça de lista do PSD por Braga - João de Deus Pinheiro - defende a ideia de que o melhor para o país será uma coligação PSD / PS. A confirmar-se a notícia, e dado que João de Deus Pinheiro não é um candidato qualquer (para além de cabeça de lista por Braga, foi durante anos o líder da delegação laranja junto do PE), seria bom que o PSD esclarecesse se a dita coligação PSD / PS é uma possibilidade ou, pelo contrário, se não passa de um devaneio do candidato Deus Pinheiro.


 


Bem sei que a líder social-democrata, há alguns meses atrás, rejeitou essa possibilidade, mas a insistência de Deus Pinheiro no tema é suficientemente relevante para exigir nova tomada de posição sobre o assunto (recorde-se que a escolha de Deus Pinheiro é posterior às declarações de Ferreira Leite).


 


A razão de ser da necessidade do esclarecimento é evidente: perante uma tão elevada taxa de indecisos à direita, estou certo de que a mera perspectiva de um governo de bloco central será inspiradora no momento de votar.


 


(publicado aqui)


Publicado em 27/8/09 às 01:26
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Quarta-feira, 26 de Agosto de 2009
Diogo Duarte Campos

Ao que parece PS e PSD aguardam as próximas sondagens para tomarem posição sobre o formato de debates proposto em conjunto pelos operadores de televisão. Entretanto faltam apenas trinta dias para o fim da campanha e os partidos do bloco central insistem em adiar a resposta. Já são objecto de pedidos de "bom senso" por parte de jornalistas. Parece que não aprenderam nada com o degradante processo da (não) eleição do Provedor de Justiça. Nestas questões PS e PSD são sempre iguais. Pedro Pestana Bastos


Publicado em 26/8/09 às 14:00
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Terça-feira, 25 de Agosto de 2009
Diogo Duarte Campos

Tenho, com a actual direcção do CDS/PP, algumas divergência quanto às questões de segurança (que deixo para outro post por manifesta falta de tempo), sobretudo quanto à criação de um discurso – por vezes – demasiado “securitário”, face às liberdade individuais ou civis.


 


Sem prejuízo, considero que a autoridade do Estado tem que ser mantida e preservada.


 


É essencial que alguém tenha a coragem de afirmar que «frequentemente o país é despertado para cenas de violência em certos bairros mais difíceis. E alguém tem que saber dizer que queimar os carros dos outros não é normal, que fazer vandalismo com a propriedade pública não é normal, que andar em gangues aos tiros uns aos outros não é normal e que isso põe em causa a segurança da esmagadora maioria das pessoas que são honradas e têm vidas difíceis e que têm todo o direito de que o seu património e a sua segurança não sejam incomodadas».


 


Isto, meus amigos, não é um discurso securitário; é não querer esconder o sol com a peneira, o que é radicalmente diferente.


 


Mais um motivo para votar, com utilidade, CDS/PP.


Publicado em 25/8/09 às 16:15
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Quinta-feira, 30 de Julho de 2009
Diogo Duarte Campos

Será que alguém me pode explicar porque é que a maioria da população portuguesa considera que o País deveria e poderia ter sido mais bem governado nos últimos 30 anos e continua a votar maioritariamente naqueles que nos têm governado nesses mesmos 30 anos?


 


Eu até gosto de paradoxos, mas quando estes me vão à carteira, à liberdade e à qualidade de vida, julgo que será demais.


Publicado em 30/7/09 às 22:12
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Rui Castro

À semelhança do que acontece no futebol, em que uma equipa pode perder por jogar mal e/ou porque o adversário joga melhor, também em política podemos formar as nossas convicções pela simpatia que temos relativamente a um determinado partido e/ou por não concordarmos com as propostas apresentadas pelos outros. Ao longo dos anos, em que votei maioritariamente CDS, tomei as minhas opções com base nos pressupostos enunciados, sendo certo que a identificação com os princípios programáticos do partido foi essencial nas minhas escolhas. Uma coisa é certa, nunca no passado, como acontece este ano em relação às legislativas, foi decisivo para a minha decisão em quem votar o descontentamento relativamente ao partido que está no poder. Desta feita, a certeza de que o actual Governo falhou em (quase) toda a linha é para mim um estímulo adicional para lutar contra a sua reeleição. É também por isso que aqui estou.


Publicado em 30/7/09 às 11:43
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Terça-feira, 28 de Julho de 2009
Rui Castro

A melhor forma de explicar a minha militância e a razão de ser da opção pelo CDS está no Programa do Partido. Permito-me resumir o que é para mim essencial (o plural utilizado não visa vincular quem aqui escreve):


 


VALORES POLÍTICOS


Somos um partido de direita.


Uma direita de Liberdades.


Afirmamos um Estado útil.


 


VALORES ÉTICOS


Somos pela defesa da vida.


Em vez de política de cultura, defendemos uma política de património cultural.


Somos pela subordinação da política à ética.


Pretendemos a igualdade entre eleitos e eleitores.


Optamos pelo serviço público em alternativa ao carreirismo.


Respeitamos os eleitores.


 


VALORES SOCIAIS


Promovemos a solidariedade social.


Defendemos a responsabilidade social através da solidariedade.


Somos pela Liberdade de escolher.


 


VALORES ECONÓMICOS


Somos pela economia privada.


Afirmamos o direito ao lucro, ao mérito e ao risco.


Defendemos a propriedade privada e o Estado supletivo.


Combatemos o arbítrio fiscal. 


Publicado em 28/7/09 às 19:50
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Diogo Duarte Campos

Como sempre, mal se inicia uma campanha eleitoral sempre vem a história do voto útil. Parece mesmo que não podemos votar em quem queremos, mas em quem “tem que ser”. 


 

Apenas por uma vez me deixei levar pelo canto da sereia:nas últimas eleições para a Ordem dos Advogados, votei útil no Dr. Magalhães e Silva, quando queria votar no Professor Menezes Leitão. Extraordinariamente – ou não, porque para a Ordem não há verdadeiras sondagens – o Professor Menezes Leitão teve mais votos que o Dr. Magalhães e Silva....

 

Porventura, tantos como eu assim o fizeram e desesperados ficaram. Nem votaram em quem queriam, nem o seu voto teve qualquer da dita utilidade. 

 

Nunca mais me deixo enganar

 

O voto só é verdadeiramente útil, quando votamos na nossa primeira escolha, sem tibiezas, sem medo e, sobretudo, em liberdade.

 

Votarei no que acho mais útil para Portugal. Votarei no CDS.

Publicado em 28/7/09 às 16:49
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Tomás Belchior

O CDS tem um problema estratégico básico: para sobreviver tem de optar entre liderar uma alternativa de direita, e a continuidade do seu estatuto de partido charneira do regime. O problema da primeira opção é a manifesta falta de meios do CDS, a falta de "capital social". O problema da segunda é o seu parasitismo em larga medida indigno.



Este dilema estratégico remete-nos para um problema mais vasto: qual é o papel de um partido que se situa num dos extremos do espectro democrático? Resumidamente, defender ideias que o centro não pode defender. Estas, por sua vez, dividem-se em ideias que ninguém pode defender com seriedade e ideias que alguém devia defender.  É na defesa destas últimas, por muito inglório que seja, que reside a hipotética utilidade do CDS.


 


Neste quadro de análise, a vitória de um partido de direita minoritário resume-se à derrota prática da extrema-esquerda (já que a derrota teórica é indiscutível) e ao fim da inevitabilidade da "social-democracia" em que o país vive ensopado. Espero que, uma vez feito o balanço, o Rua Direita tenha contribuído para este fim.


Publicado em 28/7/09 às 16:30
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Rua Direita






Voto Estatístico


 


Já lá vai o tempo em que votava por entusiasmo ideológico ou espírito militante. Estou ideologicamente mais consciente (menos arrumado) e não sou militante. Mas, por isso mesmo, o meu voto é CDS. É uma questão quase estatística.


 


Sou de Direita. Prefiro a Liberdade (as liberdades) à Igualdade; acho que há Estado a mais, e excesso de dependência do Estado na economia; acredito que a imigração é uma vantagem para quem recebe imigrantes, mas que deve ser regrada, para poder ser útil e benéfica; acredito na Europa mas não duvido de Portugal; não quero facilitismo no ensino nem subsidiodependência um pouco por toda a parte. Temo os que têm um programa para refazer o País como se nunca tivesse havido passado; não confio em governos de racionalismo iluminado. É essa a minha Direita.


 


Bem ou mal, estas ideias estão associadas ao CDS. É verdade que o CDS nem sempre as defendeu, e nem sempre, podendo, as pôs em prática. Mas representa-as. E no dia das eleições quero, com o meu voto, fazer estatisticamente parte de um sinal: os que pensam assim são mais do que parece. É o lado estatístico do meu voto. Mais do que confiar no cumprimento do programa eleitoral do CDS, confio na percepção pública do meu voto.


 


Voto útil


 


A outra razão é a utilidade. Estamos à beira de um novo Bloco Central. Se PS ou PSD não tiverem maioria absoluta, a pressão para que se juntem vai ser grande. E isso é tudo aquilo de que o país não precisa. O Bloco Central não vai possibilitar as reformas que, em concorrência, PSD ou PS não poriam em prática. Pelo contrário. Vai permitir reorganizar a partilha do bolo e promover maior dependência de todos em relação ao Estado. É exactamente aquilo de que Portugal não precisa.


 


Também por isso voto CDS. Porque é o voto mais seguro para evitar o Bloco Central. Quanto mais forte for o outro partido do arco da governabilidade, mais improvável é um perverso Bloco Centrão.


 


PS (salvo seja). Já fui militante do CDS, já não sou; nem sempre votei CDS ou como o CDS me "aconselhava" a votar. Não sei se sou catalogável como independente. Dependente, não sou.


 


Publicado em 28/7/09 às 11:48
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Segunda-feira, 27 de Julho de 2009
João Ferreira Rebelo

Estou inteiramente de acordo com o Tiago Loureiro. É preciso desmistificar!


Entrar na Rua Direita é sobretudo percorrer um caminho de descoberta.

Mais do que ter ou não ter razão, que fazer ver ou valer pontos de vista, é preciso desmistificar.

Hoje em dia a nossa política e os discursos que nela se fazem vivem dos mitos que entretanto se criaram, sejam mitos em torno das ideologias de base de cada partido, sejam mitos em torno das pessoas que dão a cara por esses partidos. A acrescer, temos também os mitos que se geraram em torno daquilo que é o voto útil, esse grande chavão da democracia que não é mais do que uma contradição nos próprios termos.

Assim, pretende-se que ao passar pela Rua Direita todos e cada um possam, pelo menos, pensar de forma descomprometida. Pretende-se, essencialmente, mostrar que o CDS tem muito mais para oferecer do que aquilo que muitos pretendem mostrar.

Na Rua Direita não se proclamam votos inúteis, mas antes discutem-se princípios e ideias, que se esperam com algum valor, para que no dia de exercer o direito de voto estejamos realmente informados sobre o que cada partido tem para nos oferecer.

Quem entra na Rua Direita não se sente forçado a optar apenas por um de dois caminhos, quando muitas das vezes nenhum desses caminhos apresenta uma saída clara e objectiva. Nesta Rua há espaço para discutir e para trilhar novos rumos, que efectivamente nos conduzam a algum lado.

Experimentem, não se vão arrepender.

Publicado em 27/7/09 às 20:09
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