Terça-feira, 29 de Setembro de 2009
Adolfo Mesquita Nunes


 


Ao longo das últimas semanas por esta Rua passou quem quis. Em comum, como dissemos logo no primeiro dia, tínhamos a convicção e a vontade de que o CDS devia ter um bom resultado eleitoral. Conseguimo-lo e isso deixa-nos satisfeitos. Mas se o resultado tivesse sido outro não teríamos menos orgulho na Rua que construímos.


 


Como prometemos também no primeiro dia, por aqui passou gente vinda de lugares distintos, gente que nunca se tinha cruzado, gente que só cá veio uma vez, gente para quem a política é apenas um momento, gente que vive a política com imensa intensidade. Mas o mais importante é que se cruzaram opiniões diferentes, propostas diversas, ideias nem sempre coincidentes, mas todas com um sinal comum: os valores da liberdade e da responsabilidade, uma ideia de Estado e uma noção de País.


 


Foram esses valores, essa ideia e essa noção que preferimos discutir aqui, passando ao largo dos casos e das pequenas polémicas que marcaram a campanha. Soubemos sempre, desde o início, que o nosso caminho era outro. Eventualmente perdemos audiências. Mas, ainda assim, uma média de 1315 visitas por dia ultrapassou em muito as nossas expectativas.


 


Os partidos não devem ser espaços monolíticos onde só cabe uma ideia, nem lugar nenhum onde cabe tudo. Nós, que não somos a voz do CDS, somos o CDS dos eleitores (dos que têm e vêm à net, mas não só). Os eleitores que aqui passaram não são apenas o futuro do CDS. Eles são o presente do CDS e foi por eles e com eles que se testemunhou o crescimento eleitoral do CDS. De resto, esta Rua mostrou como o CDS é muito mais do que aquilo que muitas vezes o fazem parecer. Coisa que os leitores da Rua perceberam e os eleitores também.


 


Obrigado por terem feito este caminho connosco. E obrigado ao CDS por ter merecido este esforço e este resultado. Ao longo destas semanas fizemos a nossa parte, com convicção. É tempo de fechar esta Rua.


 


Chegámos ao fim e no fim chegámos onde queríamos. Agora, cada um seguirá o seu caminho, com o mesmo espírito, e pelas ruas onde andarmos seremos os mais exigentes de todos para com o CDS. Como sempre.


 


Os autores do Rua Direita


Publicado em 29/9/09 às 14:46
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Quinta-feira, 3 de Setembro de 2009
Adolfo Mesquita Nunes

E a Rua Direita continua a alargar-se. Junta-se a nós, na convicção de que o CDS deve crescer, um dos marujos do Mar Salgado: Vasco Lobo Xavier.


Publicado em 3/9/09 às 00:01
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Quarta-feira, 2 de Setembro de 2009
Rua Direita

Noto com alívio que os escribas da Rua da Direita estão a chegar das férias. Foram boas, foram?


 


Publicado em 2/9/09 às 11:50
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Adolfo Mesquita Nunes

A Rua Direita continua a alargar-se a novos autores. Hoje é a vez de darmos as boas vindas a um dos bloggers que anda por aqui há mais tempo. Há quem o conheça simplesmente pelo tipo da Voz do Deserto. Outros não hesitam em reconhecer o nome Tiago de Oliveira Cavaco. Outros ainda preferem reagir ao nome Tiago Guillul. E agora pode passar a ser também o Tiago da Rua Direita, já que também ele considera que o CDS deve ter um bom resultado nas próximas eleições. Bem-vindo.


Publicado em 2/9/09 às 11:33
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Segunda-feira, 31 de Agosto de 2009
Adolfo Mesquita Nunes

Apresentado o Programa Eleitoral do CDS, conhecidas as ideias que vão a votos, é tempo de abrirmos esta Rua Direita a novos autores. Junta-se a nós, na convicção de que o CDS deve ter um peso eleitoral expressivo nas próximas eleições, o Francisco Beirão Belo. Tem 31 anos, é engenheiro não praticante, não tem qualquer filiação partidária e inicia aqui a sua participação activa na blogosfera.  


 


Publicado em 31/8/09 às 17:33
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Quinta-feira, 27 de Agosto de 2009
Tomás Belchior

"When someone abuses me I can defend myself, but against praise I am defenceless".


 


Sigmund Freud


 


Publicado em 27/8/09 às 11:52
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Segunda-feira, 24 de Agosto de 2009
Adolfo Mesquita Nunes

O voto num dos partidos do bloco central é sempre encarado com naturalidade. Não é sequer exigido ao eleitor que concorde com tudo o que é dito pelo partido em que vai votar, ou que se demarque de alguma coisa. Aceita-se o voto e já está. Ao contrário, o anúncio de um voto no CDS, como aliás de um voto no PCP ou no Bloco, é quase sempre seguido de um pedido de explicações, como que exigindo-se que o eleitor concorde com tudo o que é dito pela direcção vigente do partido.


 


Esta diferença de atitude, nem sempre subtil, é uma prática demonstração da cultura do centrão imposta aos eleitores (como aliás o é a proposta de Sócrates relativamente aos debates). Votar no PS ou no PSD é sempre aceitável e tem um propósito. Votar nos restantes partidos apenas é aceitável quando se concorda com a integralidade do discurso.


 


Esta cultura do centrão tem prejudicado essencialmente o CDS, uma vez que a esquerda tem uma batalha cultural já travada -- e ganha -- que lhe permite resistir aos complexos no voto.


 


A Rua Direita nasceu também por isso. Agregando pessoas que, por diversos motivos, nem sempre coincidentes, entendem que o CDS deve aumentar o seu peso eleitoral, procura demonstrar que existe um utilidade, ou várias utilidades, neste voto. Esta Rua Direita nasceu precisamente para cortar  a direito com o estranho complexo do centrão que parece querer acreditar que a utilidade e o sentido do voto se quedam pelas fronteiras da social democracia.


Publicado em 24/8/09 às 15:17
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Rui Castro

Ainda a propósito do ovo de Colombo do João Galamba, importa esclarecer que o facto de aqui estarmos não implica que apoiemos acriticamente o CDS e as suas propostas. Antes pelo contrário. Aquilo que para o João Galamba é, ao que parece, contradição, por aqui apelidamos de liberdade.


Publicado em 24/8/09 às 15:15
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Diogo Duarte Campos

O que o João Galamba não diz, mas quer dizer é que entre os membros do Rua Direita e o CDS/PP há incongruências.


 


No caso concreto, o Tomás Belchior e o Carlos Martins teriam sido – supostamente – desautorizados por Paulo Portas. Ora, o primeiro problema é que estes não pedem autorização a Paulo Portas para pensarem, pelo que a tese da desautorização não tem qualquer sustentabilidade ontológica.


 


Fica a suposta incongruência. Devo admitir que tenho alguma dificuldade em escrever sobre o tema, uma vez que não estive em Aveiro nem ouvi o discurso de Paulo Portas na reentre (que, seguramente, dará mais um post ao estilo “membros da Rua Direita não ouvem o líder"…), mas em todo o caso julgo que a questão não pode ser vista da forma simples como o João a apresenta.


 


Com efeito, também eu acho que, em abstracto, é desejável substituir importações. A questão – como o Tomás veio sublinhar - é saber como: se for com ajudas públicas ineficientes, não; mas se for mediante a criação de condições para empresas portuguesas mais competitivas, muito bem. Outro tanto se tal substituição se realizar mediante o maior consumo de produtos nacionais (em total liberdade, perceba-se) pelos consumidores.


 


Sem prejuízo, deixo já claro que há diferenças entre o discurso oficial do CDS/PP e o que cada um dos habitantes desta rua pensa. Por exemplo, pessoalmente sou a favor do nuclear. E depois? Vem mal ao mundo? Assim não fosse e apenas poderia votar no partido do Diogo!


 


Essa, digo eu, será até uma das nossas virtudes: unidos no essencial, mas com várias visões, não representasse o CDS várias direitas.


 


Aliás, diga-nos lá João: concorda com tudo o que Sócrates diz e faz?


 


Publicado em 24/8/09 às 14:46
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Domingo, 23 de Agosto de 2009
Tomás Belchior

O João Galamba descobriu-nos a careca: no Rua Direita há quem não se limite a papaguear o discurso da direcção do CDS. No meu caso, nem é bem verdade porque também andei a defender a substituição de importações por exportações. É certo que o fiz dizendo que precisamos de empresas mais competitivas, e que a maneira de o conseguirmos é com mais concorrência, não com subsídios, mas espero que seja o suficiente para dar provas da minha obediência.


 


Confesso que, por uma vez, não consultei o presidente do CDS antes de escrever os posts mas espero que os nossos pontos de vista coincidam, caso contrário posso ter o futuro comprometido. Já suspeitava que não ia ser fácil afirmar-me como aparatchik depois de ter recorrido a especialistas e de ter ficado a saber que só me identifico em 73% com o partido. Agir com naturalidade, carregando uma quarta parte de hipocrisia, só está ao alcance de um grupo selecto de tarefeiros.


 


Publicado em 23/8/09 às 22:56
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Terça-feira, 18 de Agosto de 2009
Adolfo Mesquita Nunes

É muito tentador comentar o caso do verniz desaparecido, como muito bem lhe chama o Pedro Correia. Não só pelo caso em si, que tem os ingredientes necessários para alimentar um série de posts, mas também porque ele ilustra, e de forma clara, a discussão que, pelos lados do Bloco Central, se vem fazendo a propósito das próximas eleições.


 


E se aquilo que se passa pelo lado esquerdo me é mais ou menos indiferente, já não pode deixar de causar preocupação que, pelo lado direito, as atenções sejam constantemente desviadas, com muita culpa dos próprios, para as intrigas fidagais, para as disputas internas e para os ódios de estimação.


 


Sobretudo porque esse desvio (que repito é causado não apenas por quem quer desviar mas por quem preguiçosa e indolentemente deixa desviar) dá bem conta da ordem de prioridades dos vários actores políticos.


 


O desafio de afastar o socialismo que nos governa é demasiado importante para perdermos tempo - ou contribuirmos para essa perda - com pequenas histórias que alimentam as redacções e os gabinetes  e as lutas internas mas que passam ao lado do cidadão.


 


Já nos rimos e abanámos a cabeça. Vamos ao trabalho, que há muitas propostas para discutir e política para fazer! Se quiserem mais casos como esse, escusam de entrar nesta rua.


 


Publicado em 18/8/09 às 16:05
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Quinta-feira, 30 de Julho de 2009
Tomás Belchior

Agora que o grosso da confusão já passou, em nome do Rua Direita gostaria de agradecer à inexcedível equipa do Sapo, especialmente à Maria João Nogueira e ao Pedro Neves, por nos terem ajudado a pôr de pé este nosso projecto em tão pouco tempo e com tanta disponibilidade para aturarem os nossos múltiplos pedidos feitos a conta-gotas.


Publicado em 30/7/09 às 12:26
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Rui Castro

À semelhança do que acontece no futebol, em que uma equipa pode perder por jogar mal e/ou porque o adversário joga melhor, também em política podemos formar as nossas convicções pela simpatia que temos relativamente a um determinado partido e/ou por não concordarmos com as propostas apresentadas pelos outros. Ao longo dos anos, em que votei maioritariamente CDS, tomei as minhas opções com base nos pressupostos enunciados, sendo certo que a identificação com os princípios programáticos do partido foi essencial nas minhas escolhas. Uma coisa é certa, nunca no passado, como acontece este ano em relação às legislativas, foi decisivo para a minha decisão em quem votar o descontentamento relativamente ao partido que está no poder. Desta feita, a certeza de que o actual Governo falhou em (quase) toda a linha é para mim um estímulo adicional para lutar contra a sua reeleição. É também por isso que aqui estou.


Publicado em 30/7/09 às 11:43
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Terça-feira, 28 de Julho de 2009
Tomás Belchior

O CDS tem um problema estratégico básico: para sobreviver tem de optar entre liderar uma alternativa de direita, e a continuidade do seu estatuto de partido charneira do regime. O problema da primeira opção é a manifesta falta de meios do CDS, a falta de "capital social". O problema da segunda é o seu parasitismo em larga medida indigno.



Este dilema estratégico remete-nos para um problema mais vasto: qual é o papel de um partido que se situa num dos extremos do espectro democrático? Resumidamente, defender ideias que o centro não pode defender. Estas, por sua vez, dividem-se em ideias que ninguém pode defender com seriedade e ideias que alguém devia defender.  É na defesa destas últimas, por muito inglório que seja, que reside a hipotética utilidade do CDS.


 


Neste quadro de análise, a vitória de um partido de direita minoritário resume-se à derrota prática da extrema-esquerda (já que a derrota teórica é indiscutível) e ao fim da inevitabilidade da "social-democracia" em que o país vive ensopado. Espero que, uma vez feito o balanço, o Rua Direita tenha contribuído para este fim.


Publicado em 28/7/09 às 16:30
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Adolfo Mesquita Nunes

Pede-nos o Henrique Raposo que não nos dediquemos apenas a explicar porque não vamos votar PS e que concentremos algum do nosso esforço a explicar porque vamos votar CDS. Tenho a certeza de que não vamos desapontar o Henrique, já que esse é um dos pressupostos deste blogue.


 


E é precisamente por isso que, ao invés de uma legítima federação de bloggers associados ao CDS, temos nesta Rua um conjunto de novos nomes que não têm relação de militância com o CDS e que ajudarão a perceber porque é que o CDS merece o voto nestas eleições. 


 


No fim se fará o balanço, mas esta Rua Direita, como a sua declaração de princípios o afirma, não nasceu para outra coisa que não afirmar uma alternativa ao socialismo que nos tem governado. E essa tarefa não se queda pela recusa de José Sócrates.  


Publicado em 28/7/09 às 11:27
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João Távora

Que a nossa prosa, para além de bem servir uma disputa eleitoral que se adivinha decisiva, ajude o CDS a descobrir o seu legítimo e fecundo espaço. Boa viagem a todos. 


Publicado em 28/7/09 às 00:54
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Segunda-feira, 27 de Julho de 2009
João Ferreira Rebelo

Estou inteiramente de acordo com o Tiago Loureiro. É preciso desmistificar!


Entrar na Rua Direita é sobretudo percorrer um caminho de descoberta.

Mais do que ter ou não ter razão, que fazer ver ou valer pontos de vista, é preciso desmistificar.

Hoje em dia a nossa política e os discursos que nela se fazem vivem dos mitos que entretanto se criaram, sejam mitos em torno das ideologias de base de cada partido, sejam mitos em torno das pessoas que dão a cara por esses partidos. A acrescer, temos também os mitos que se geraram em torno daquilo que é o voto útil, esse grande chavão da democracia que não é mais do que uma contradição nos próprios termos.

Assim, pretende-se que ao passar pela Rua Direita todos e cada um possam, pelo menos, pensar de forma descomprometida. Pretende-se, essencialmente, mostrar que o CDS tem muito mais para oferecer do que aquilo que muitos pretendem mostrar.

Na Rua Direita não se proclamam votos inúteis, mas antes discutem-se princípios e ideias, que se esperam com algum valor, para que no dia de exercer o direito de voto estejamos realmente informados sobre o que cada partido tem para nos oferecer.

Quem entra na Rua Direita não se sente forçado a optar apenas por um de dois caminhos, quando muitas das vezes nenhum desses caminhos apresenta uma saída clara e objectiva. Nesta Rua há espaço para discutir e para trilhar novos rumos, que efectivamente nos conduzam a algum lado.

Experimentem, não se vão arrepender.

Publicado em 27/7/09 às 20:09
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Nuno Miguel Guedes











Nunca achei especialmente relevante partilhar com quem quer que fosse o sentido específico do meu voto. Não por tabu ou pirraça – apenas porque quem me conhece sabe das minhas matrizes políticas. E também da minha aparente alergia à militância partidária.


 


Por isso confesso que fiquei surpreso quando, no meio de um animado jantar, o Henrique Burnay me endereçou o convite para vir morar nesta Rua. Surpreso não pelo convite em si, mas pela rapidez e naturalidade do meu ‘sim’. Na verdade, sempre que achei relevante votar sempre votei CDS. Umas vezes por programas, outras por pessoas, outras por, na melhor tradição conservadora, me parecer o mal menor. Recuperando o meu filósofo político preferido, Michael Oakeshott: «I am a  member of no political party. I vote – if I have to vote – for the party which is likely to do the least harm.» E mesmo nessas negras circunstâncias acreditei que era o CDS.


Publicado em 27/7/09 às 18:42
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Rua Direita
E porque estamos numa democracia, devemos poder manifestar a nossa opinião. Mesmo que em contra-mão da opinião dominante, é necessário haver um espaço, neste caso um blogue, onde opiniões mais ou menos concordantes, pelo menos partilham o denominador comum que é olharem para a realidade portuguesa de um ponto de vista da “direita”.

 

Estou certo que este blogue servirá para mostrar, que a direita tem ideias para o país, e de forma verdadeiramente moderna, em oposição aos falsos conceitos de modernidade e de “iluminismo retardado” da esquerda deste país.

 

Partilho de muitas das suas posições, mas não sou filiado no CDS, e muito menos em qualquer outro partido. Sinto que muitas das propostas da esquerda, devem ser desmontadas, criticadas e combatidas por atentarem contra os princípios que defendo.

 

Por outro lado, novas ideias, de progresso e de verdadeiro desenvolvimento civilizacional devem ser discutidas para que um dia possam chegar à vida real.

 

Estou ciente que a Rua Direita, tem ainda poucos habitantes, mas o tempo dar-nos-à razão. Contem comigo para isso !

Publicado em 27/7/09 às 18:21
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Tiago Loureiro

Vivemos tempos dominados por uma crise geradora de mitos e falácias em abundância, pelo que, por estes dias, a direita tem a vida particularmente dificultada. O enquadramento nesse lado das geometrias políticas vai ganhando, cada vez mais, um carácter pecaminoso, principalmente aos olhos carregados de arrogância e superioridade moral de alguns que nos observam pela esquerda. É por isso que hoje, mais do que nunca, unir esforços na tentativa lúcida de desmitificar e eliminar “verdades” que vão ganhando um carácter absoluto, não é só uma questão de bom senso ou coragem – é uma necessidade.


 


O CDS, como natural rua de acolhimento de todos os que se apresentam com esta disposição, deve assumir um papel preponderante na construção de um caminho alternativo. Da minha parte, inicio aqui a minha caminhada, orgulhoso por fazê-la em tão boa companhia.


 


Publicado em 27/7/09 às 17:05
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João Lamy da Fontoura

 


É na solidão da cabina de voto que, em democracia, a soberania é exercida. Em segredo, cada um aí regista a sua esperança no futuro colectivo. E, em liberdade, deposita-a na urna.

 

Muitas vezes tentam convencer-nos que o voto se pode perder. Que útil é pô-lo um bocadinho mais ao lado. Que assim não se vai lá. Que assim não se chega lá.

 

Mas chegar aonde? Eu quero o melhor para o meu país. Não me contento com segundas escolhas. Não espero que quem tem outras opções actue de outra forma. Cada um segue o seu caminho, cada um escolhe a sua rua. Este blogue é a prova provada que quem tem simpatia pelo CDS não está sozinho. Que é possível crescer. E que esse crescimento, qualquer que seja a sua dimensão, é útil a Portugal e dará sempre para chegar a algum lado.

 

Exemplos? Aqui fica um: com 23 deputados, o CDS passa a poder pedir ao Tribunal Constitucional que declare a inconstitucionalidade, com força obrigatória geral, de quaisquer normas. Para que é que isso serve? No caso da atribuição à ASAE da qualidade de polícia, teria, desde logo, evitado dois anos de dúvidas.

 

Se a isso se juntar a participação, com força, no Governo de Portugal, melhor ainda!

Publicado em 27/7/09 às 16:57
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Carlos Martins

Há "Ruas Direitas" por todo o País. Em geral, nenhuma delas realmente "direita". A maior parte, de tão tortas, dificilmente se consegue distinguir entre o lado esquerdo cheio de repartições públicas, gastos descontrolados, opulência populista, despudor pela aplicação dos fundos públicos, marketing agressivo, mas lojas vazias e pobreza; do lado supostamente direito, desorganizado, sem rumo, sem estratégia, consumido pela inveja do sucesso alheio, consternado pela incapacidade de implementar uma verdadeira concorrência reprodutiva, um mercado regulado mas honesto, ou uma competição sem troca de favores.


 


Esta Rua Direita pretende abrir horizontes a tudo isso. É possível criar riqueza pela via da competição, é possível crescer sustentadamente, sem dirigismo e fiscalidade excessiva do Estado, é possível diminuir as assimetrias sociais pela via do enriquecimento de todos, em vez da tradicional redistribuição desproporcional e injusta (nivelando todos por baixo) e, acima de tudo, desincentivadora daquilo a que todos ambicionamos: tornarmo-nos aquilo que o nosso potencial e História reclamam, sermos melhores. Os melhores que possamos.


 


Sejam bem-vindos a esta vossa Rua!


Publicado em 27/7/09 às 14:45
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Adolfo Mesquita Nunes

 


Desde que me estreei na blogosfera, no ido ano de 2004, que me impus a regra de não comentar a actividade política e partidária do partido a que pertenço. Apesar de perfeitamente legítimo, sempre achei que comentar em causa própria num blogue colectivo não era boa ideia. E muito menos o era, apesar de legítimo, analisar a vida interna do meu partido em vez de sobre ela me pronunciar nos locais próprios.

 

Tanto quanto me lembro, cumpri escrupulosamente essa regra. Abandono-a parcialmente agora, até às eleições legislativas. Aqui comentarei a campanha eleitoral que se iniciará mas continuarei a não me pronunciar, porque este não é o espaço, sobre questões que têm que ver com a minha militância partidária.

 

E mantenho a mesma forma de pensar e de actuar: este blogue ajudar-me-á a explicar porque voto CDS mas não servirá para defender o CDS. Para isso, lá estarão os seus dirigentes, que ajudei a eleger.

Publicado em 27/7/09 às 14:36
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Maria Domingas Carvalhosa

Quando me lançaram o desafio de participar num blogue que teria como missão criar um espaço de partilha de ideias e ideais ligados à direita aceitei num ápice. De seguida, dei comigo a pensar ‘por que raio’ fui tão impulsiva a aceitar o desafio do 'Rua Direita’? O meu tempo é escasso e, até hoje, nunca participei, quer directa quer indirectamente, em actividades politico-partidárias pelo que não fazia qualquer sentido integrar este projecto temporário. Felizmente, não tive de gastar muito tempo para encontrar as respostas:

 

1.       Ora, se votar é um instrumento fundamental para a concretização da democracia, a liberdade de poder votar nas ideias e ideais em que acredito não é menos importante;
2.       Por outro lado, não estou disponível para alimentar a bipartidarização do sistema político português. Menos ainda, quando discordo de grande parte das politicas desenvolvidas pelos dois partidos que têm dividido o poder, nos últimos anos;
3.       'At last but not least' incomoda-me, e cada vez mais, a falta de ética e de moral politica instalada neste nosso canto à beira mar plantado;
 
Haveriam outras. Mas chegaram estas para que considerasse estar na hora de, humildemente, poder contribuir para o debate de ideias e para a criação de um ideal de país já que o país ideal parece estar tão longe...

 


Publicado em 27/7/09 às 14:26
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Sábado, 25 de Julho de 2009
Tomás Belchior

Adolfo Mesquita Nunes tem 31 anos mas acha-se o Peter Pan. É Advogado mas o que gostava mesmo era de apresentar o festival da Eurovisão. Não gosta do socialismo mas o socialismo parece gostar muito dele. Muito bem-humorado mas blogosfericamente um chato sisudo. Gostava de saber falar hebraico mas tem preguiça de perder os fins-de-semana a aprendê-lo. É paciente mas está cansado que duvidem do seu gene dextro. Foi militante da Juventude Popular desde os 16 anos mas só apresentou ficha de filiação no CDS no dia em que Manuel Monteiro, em conferência de imprensa, apresentou a sua demissão.


 


Afonso Arnaldo, 35 anos, 2 filhos e 1 cão (“o meu mai novo”). Licenciado em Direito, decidiu-se pela consultoria Fiscal assim que terminou o curso, já lá vão 13 anos. Especializou-se em impostos indirectos. Nunca se filiou em nenhum partido político, mas sempre votou no CDS. A vida ensinou-o que a liberdade individual, a tolerância e o reconhecimento de que por vezes há opiniões mais válidas que as nossas são a chave do avanço da sociedade. Define-se hoje como um liberal de direita (que lhe desculpem os amigos de direita conservadora e os amigos de esquerda liberal – “de esquerda conservadora não me lembro de ter algum…” afirma). Adepto fanático de futebol (Spoooorting), está sempre pronto a defender as redes de uma qualquer baliza (defende a teoria “Antes jogar que ver jogar”). Adora o Bairro Alto, música alternativa, imperiais e caracóis.



Ana Maria Castro, 66 anos, Engenheira Agrónoma reformada, mãe de três filhas e avó de 5 netos. Nunca foi filiada em nenhum partido. Sempre votou CDS.



André Rocha Pinho tem 41 anos, é casado e pai de 2 dois filhos, por enquanto. Prevendo um futuro brilhante para a indústria nacional, licenciou-se em Engenharia Têxtil, tendo sido consultor no CITEVE e na K15. Actualmente dedica-se a várias actividades profissionais muito semelhantes: é sócio-gerente da Fábr. Malhas Sàcole, administrador da Loran Imobiliária, consultor e sócio-gerente da Way to Win na área da recuperação financeira, sócio-gerente das lojas infantis Sir Price. Foi Vice-Presidente da Associação Nacional de Jovens Empresários, quando menos velho. Foi colunista de "O Primeiro de Janeiro". Escreve nos blogues "
Margem Direita" e "Farol do Deserto
". É militante do CDS-PP, tendo já pertencido à Comissão Política do Porto.



Bernardo Campos Pereira nascido em Lisboa a 13 de Feveiro de 1970.
Casado e pai de três filhos, é arquitecto e não tem filiação partidária ou ideológica.



Carlos Martins, 28 anos, Fixed Income Trader. Neoliberal assumido, crente na invisibilidade da mão e na visibilidade do mérito. Purista do mercado e da sua eficiência e crítico das ineficiências que as deformações do Estado lhe causam. Militante de base do CDS, Vogal da CPN da JP.



Diogo Duarte de Campos, conservador e liberal, filiado no CDS para alegria do seu Avô e profunda tristeza do seu Pai! Advogado de profissão e por convicção adora tomar partido e ser parcial, considerando que não há nada pior que ser neutro e cinzento, nem gordo nem magro, nem alto nem baixo. Tem 30 anos é casado e pai de uma filha.



Domingas Carvalhosa, 44 anos, casada, mãe de um filho é directora geral e accionista de uma agência de comunicação. Integra a direcção de uma associação empresarial e de uma IPSS de apoio a famílias de pessoas com deficiência. É autora de um blogue sobre consultoria de comunicação e RP's e não olha a esforços para se dedicar a causas em que acredita.


 


Francisco de Almeida, 28 anos, casado, é formado em Gestão e trabalha actualmente em Consultoria. Não tem qualquer filiação partidária no CDS, e inicia com o "Rua Direita" a sua participação activa na Blogosfera.


 


Francisco Beirão Belo, 31 anos, casado e pai de 2 filhos. Licenciado em Engenharia (importante esclarecer que não terminou o curso num domingo, nem entregou o exame de “Inglês Técnico” por fax…), decidiu-se pelo Marketing ainda durante o curso, tendo já percorrido vários países como Espanha, Inglaterra e Angola. Actualmente encontra-se a desenvolver um projecto próprio porque acredita na capacidade de realizar dos Portugueses. Não tem qualquer filiação partidária e define-se como sendo de direita e conservador. Inicia no “Rua Direita” a sua participação activa na blogosfera.


 


Frederico Moura Pinheiro, 30 anos, casado e pai da Francisca. Advogado. Filiado no CDS/PP desde 2008 - no âmbito da criação da Ala Liberal -, esta é sua primeira participação, enquanto autor, num blogue.



Henrique Burnay tem 37 anos, é consultor em assuntos europeus e já foi algumas coisas na vida. Já foi jornalista, é jurista não praticante ejá foi militante do CDS mas já não é. Já trabalhou com o CDS, mas já não trabalha. Já votou CDS e como o CDS queria, mas nem sempre. Já foi mais conservador que liberal, hoje é mais liberal e continua a ser conservador. Vive em Bruxelas, Guincho e Sabóia, o que pode ser um pouco complicado.


 

Inês Teotónio Pereira tem 37 anos e uma carreira de jornalista com mais de 15 anos (tem 17 anos, a carreira). Passou pelo Independente, pela Revista Evasões, pelo Euronotícias, pela Atlântico e pela Xis, por exemplo. Escreve uma coluna semana no jornal i (ao sábado) e é autora do blog "A Um Metro do Chão". Foi também assessora de Paulo Portas no governo e é filiada no CDS. Depois deste trabalho todo não gosta de quotas (claro) e irrita-se quando a apresentam como “a Inês que tem cinco filhos”; até porque também sabe fazer o pino e ninguém fala nisso. É conservadora na maior parte das convicções e liberal por reacção à estupidez.


 


 


Jacinto Moniz de Bettencourt, nasceu em 1976, ano da morte de Martin Heidegger, filósofo que possivelmente reencarnou. Casado, com 2 filhos, provocou a queda de dois governos com a ajuda de um antigo jurista chamado Jorge Sampaio e regressou à advocacia onde presentemente labuta. Anti-positivista, conservador da velha e dura cepa e benfiquista: são estes os

ingredientes de uma pessoa quase perfeita.





João Lamy da Fontoura tem 30 anos, é casado e jurista.



João Rebelo, 29 anos, é casado e tem um filho. Vive e trabalha em Lisboa. É advogado de profissão desde que se licenciou em direito pela Universidade Nova de Lisboa. Está agora a concluir o mestrado também em direito. Já andou pela Blogosfera no tempo do Teorema de Pitágoras, um Blog simpático, para amigos, que teve uma duração curta mas bastante interessante. É membro da Juventude Popular desde 2000.



João Távora nasceu em Lisboa que adora. Exilado no Estoril, é monárquico, católico e conservador. Casado, pai de filhos e enteados é alienado com a política e com os "media". É profissional de Relações Públicas e Comunicação, e sportinguista de sofrer. Escreve no blogue Corta-Fitas. Faz parte da direcção da Real Associação de Lisboa, é fundador da Plataforma do Centenário da República, um projecto de Comunicação na Internet contra as celebrações dos cem anos sobre o 5 de Outubro de 1910.




Leonardo Mathias está agora de férias e não lhe ocorre outra coisa que não manifestar a sua satisfação pelas ditas. E acrescenta ainda que nasceu a 27 de Julho. Ou seja, a Rua Direita nasceu com ele; ou ele com ela.


 


Luís Varela Marreiros nasceu em Lisboa, tem 41 anos, é divorciado e tem dois filhos. É licenciado em Ciência Política e Relações Internacionais. É militante do CDS onde já foi presidente de CPC do Cadaval e de Constância – onde foi candidato a Presidente de Câmara em 1997 e 2001, respectivamente – , vogal da CPD de Santarém, Conselheiro Nacional e Secretário-Geral Adjunto. Acredita que opinião pública e opinião publicada são muito diferentes e há muito por fazer para demonstrar que há gente disposta a cumprir a sua missão na política sem carreirismo partidário ou pagamento de favores. Há um tempo para tudo. Não é seguidista e consegue ser crítico e independente. Acredita na família como pilar da sociedade independentemente dos percalços do destino.


 


Manuel Salema Garção é uma pessoa azul, azul de clube, azul de partido, azul de tudo… e o resto é conversa! Sócio do Belenenses e militante do CDS/PP! Aos 28 anos de idade trabalha em investimentos imobiliários e turísticos, ou turísticos e imobiliários dependendo do ponto de vista. Recentemente tornou-se membro da direcção do seu clube do coração e ainda lhe sobra tempo para vender o Hotel Real’Óbidos.


 

É casado e bom rapaz, gosta tanto da festa do avante como da forma de governar do Exmo Sr. Primeiro-Ministro “Eng.” José Sócrates e por isso mesmo aceitou este projecto. Tudo porque já não consegue ver o país pintado em tons de encarnado (com todo o respeito, para isso, já basta o Benfica). Há quem diga que vai emigrar, caso o governo actual se mantenha. Se é verdade? Vamos esperar! Apostamos que sim… (apenas um palpite de quem o conhece bem).


 


Margarida Furtado de Mendonça, 31 anos (ainda), residente em Lisboa, licenciada em Comunicação, porque gosta do trato com as pessoas... mas trabalha, em comunicação web... com máquinas de sol a sol. Não é nem nunca foi militante do CDS, nem sabe porquê, nem porque não. Mas sabe onde vota. Às vezes sonha. Outras está acordada. Outras sonha acordada e assusta-se (assusta-se com facilidade). Gosta de música boa, de pessoas boas, de uma boa e (bem) regada conversa. Gosta de verdade e de coragem.

É, sem tirar nem pôr, uma pessoa como as outras (tirando aquela parte de saber onde vota..).


 


Miguel Fernandes, 43 anos, casado, 3 filhos, vive em Lisboa, depois de ter feito engenharia no Porto, tirou um MBA em Paris e tornou-se gestor. Nunca foi filiado em nenhum partido, intrinsecamente de direita, católico, vê-se como conservador nos costumes, mas liberal na economia e na organização da sociedade. Simpatizante do Sporting, apesar de não saber muito de futebol. Conhece uma boa parte dos bons restaurantes em terras lusas, aprecia bons vinhos, sobretudo do Douro e apesar de não fumar tem um vício controlado em charutos cubanos.







Nuno Miguel Guedes nasceu em Outubro de 1964, na altura perfeita para o primeiro cocktail antes do jantar, hábito que mantém até hoje. Atribui a uma excelente professora de Inglês a sua profunda anglofilia, que calcula ter apanhado a partir dos 6 anos. Só durante a adolescência descobriu que havia mais gente como ele, que não gostava do Verão, praticava as boas maneiras e via às escondidas os jogos da selecção inglesa. Foi visto a trabalhar quase sempre entre amigos, desde O Independente (fase 88-90) até à revista K, que ajudou a fundar e a afundar. Entretanto, e sempre que houve tempo, fez guiões, publicidade, rádio e espectáculos de jazz. Continua a escrever para onde lhe peçam (e de preferência paguem). Tem tendência para causas difíceis: é monárquico, católico, conservador e fanático da Associação Académica de Coimbra. Acredita que a civilização humana atingiu o seu apogeu em 1938, na universidade de Oxford, e que está tudo documentado nos livros de Evelyn Waugh. Tem três filhos que o obrigam todos os dias a ser uma pessoa decente.




 


Pedro Seabra, 47 anos, pai de família numerosa, irmão de família numerosa, com um historial inexistente de política activa, que remonta e se reduz á fedelhocracia que se viveu no Liceu Pedro Nunes em 1975. Nunca entrou sequer num blogue, mas votou consistentemente no CDS, e espera poder continuar, assim o CDS o permita.


 


Rui Castro tem menos de 40 anos (35), mas fala do 25 de Novembro como se tivesse sido o seu maior (e o seu melhor) protagonista. Advogado, casado, 4 filhos. Assume o seu conservadorismo como a sua mais genuína afirmação de rebeldia. No fundo, gostaria de ser de esquerda, mas considera-a um espaço demasiado mal frequentado. Polemista exasperante, colecciona desafectos à mesma velocidade com que vai largando filhos no nosso mundo. Leitor compulsivo, orgulha-se de saber de cor os mais importantes artigos do Código do Processo Civil e dos menos importantes recita, pelo menos, as epígrafes, habilidade que usa, com sucesso, na arte de bem impressionar as suas interlocutoras. Desperta invejas suficientes para saber-se no caminho certo. Vive obcecado com o receio de que a sua indesmentível beleza sirva o propósito dos seus detractores: verem vacuidade nos seus incisivos textos. Foi militante da então Juventude Centrista nos anos 90, mas só se filiou no CDS em 2008. Actualmente é Conselheiro Nacional. Coordena o Blogue de Direita da revista Sábado.



Tiago Loureiro, 23 anos, licenciado em Gestão de Recursos Humanos. Vive na Maia, nos arredores do Porto, duas cidades nas quais faz questão de viver grande parte da sua vida. Sportinguista por nascimento, liberal por convicção e palmaníaco por bom gosto. Não é militante do CDS – lá chegará o dia – deixando o exclusivo da sua militância para a Juventude Popular, onde a pratica com orgulho. Escreve também no Espelho Mágico
. O resto é melhor nem saberem…




Tomás Belchior, 31 anos, lisboeta, militante do CDS desde 2008, pessimista com alguns remorsos, economista não-praticante, vodka tónico.


 


Vasco Lobo Xavier é casado e pai de quatro. É advogado e tem um enorme fraco pela imensa força azul e branca. Colou o primeiro cartaz do CDS em 1976 e escreve o que entende — quando lhe apetece ou lhe permitem os prazos judiciais — no Mar Salgado.


 


Publicado em 25/7/09 às 15:20
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