Segunda-feira, 28 de Setembro de 2009
Carlos Martins

Real politics, agora.


 


Por fim Portugal chega a uma disposição parlamentar diversificada, numa altura de maturidade democrática. Sintomático do modo diferente de pensar a sociedade dos eleitores, mas também da diversidade de propostas programáticas.


 


Não há como esconder, a agenda do CDS é a mais pragmática, incisiva e concreta. E o Povo disse que essas ideias deveriam ser olhadas de forma irremediável. 


 


Ao PS resta negociar. Negociar com o tempo, se quiser cair e arriscar maioria absoluta. Negociar com Cavaco para aproveitar a sua fragilidade. Negociar com a Esquerda e hipotecar o futuro do País, contrariando a vontade de 10,5% dos eleitores que quiseram colocar o CDS como terceira força do Parlamento, e portanto, como elemento decisivo na tomada de decisões. 


 


O PS pode ainda negociar com o CDS. O caderno de encargos do CDS é claro e sendo também útil e bem estruturado, não me parece impossível alcançar um acordo com os Socialistas para dotar o Governo de alguma estabilidade. Acordo, não coligação, que fique claro. 


 


Qualquer negociação com os socialistas tem de partir de uma base do principio que há demasiadas políticas incompatíveis com o programa do CDS. Demasiadas diferenças. Mas o Povo quer que o PS tenha em atenção as propostas do CDS. E assim será. Pontualmente e sem nunca trair aqueles que convictamente votaram no CDS contra as políticas de José Socrates.


Publicado em 28/9/09 às 12:59
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Carlos Martins

Que resultado fantástico este do CDS-PP. Antes de qualquer comentário, quero dar os parabéns a todos aqueles que acreditaram que na política as ideias firmes mas concretas, coerentes, mas úteis, honestas, mas necessárias, podem e ganham votos.


 


Parabéns ao Micha (o meu Presidente!!!) e a todos os novos deputados do CDS que tanto se esforçaram por merecer a confiança dos portugueses!


 


Parabéns também - permitam-me - a todos os moradores desta Rua Direita que de uma maneira muito própria também fizeram com que o CDS seja hoje mais do que nunca uma alternativa real, com ideias diferentes e diferenciadas.


 


A todos, por fim, que silenciosamente preferiram pensar como nós, muito obrigado !


Publicado em 28/9/09 às 12:54
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Quinta-feira, 24 de Setembro de 2009
Carlos Martins

É inevitavel, estes últimos dias não vão dar nada de novo aos eleitores em termos de políticas concretas para o futuro dos proximos 4 anos em Portugal.


 


Os Partidos do Centrão vão estar - para variar - preocupados com o curto prazo, neste caso, preocupados em condicionar / planear acordos e cenários pós-eleitorais. Como ninguém vai querer admitir que vai fazer coligações, nenhum eleitor vai poder decidir em consciencia o futuro Governo do País. E como também não discutem política a sério, também ninguem vai saber em que programa estão a votar.


 


Decididamente, o voto no CDS é o voto mais claro e definido. Sabe-se exactamente o que se obtem e os vectores programáticos. Tudo o resto é uma poeira "utilitária" do voto.


Publicado em 24/9/09 às 17:00
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Segunda-feira, 21 de Setembro de 2009
João Távora

Sou um pragmático de direita, seja lá o que isso for: no PREC cheguei a aclamar Mário Soares quando o poder estava na rua e pendia para os soviéticos em prejuízo das liberdades mais básicas. Em todos os sufrágios reclamo por uma vitória da direita, o que quer dizer que acabo torcendo pelo PSD, apesar de quase sempre votar no CDS.


Dito isto, considero pouco recomendável que estes dois partidos briguem pelos votos um do outro: parece-me que Marcelo Rebelo de Sousa perdeu ontem uma boa chance de estar calado, pois o seu partido só tem a ganhar com um CDS forte. E Paulo Portas também deveria disfarçar sua voracidade pelo voto Social Democrata, partido que inevitavelmente será o nosso único aliado natural. De resto, nesta derradeira semana de campanha parece-me que ambos os partidos ganhariam em disputar acirradamente as centenas de milhar de votos dos indecisos e da abstenção. Para uma derrota das esquerdas que é o único cenário que verdadeiramente nos poderemos rejubilar. 


Publicado em 21/9/09 às 16:41
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Terça-feira, 15 de Setembro de 2009
Maria Domingas Carvalhosa

O PSD tem actualmente todas as condições para, no próximo dia 27 de Setembro, virar a página de Sócrates. Como dizia com graça, Pedro Marques Lopes, na Sic Notícias, ‘nestas eleições até o Rato Mikey ganhava as eleições a José Sócrates’. A insatisfação dos portugueses é visível e há muito eleitor de centro que vai acabar por dar o seu voto a Manuela Ferreira Leite.


Agora, as sondagens mostram claramente que os portugueses não querem dar maioria absoluta a nenhum dos dois partidos do ‘centrão’. Sem maioria absoluta, MFL só terá três alternativas:


1. Avançar para um governo minoritário, que não usufruirá das condições necessárias para governar com eficácia este país em crise;


2. Aliar-se ao PS e criar um governo Bloco Central. Nada que repugne a alguns importantes responsáveis do PSD;


3. Constituir governo com o CDS. Esta terceira alternativa, que me parece a mais sensata, só será possível se o CDS obtiver um bom resultado eleitoral.


 


Digam-me agora, com o panorama eleitoral actual, qual é o voto mais útil?


Publicado em 15/9/09 às 12:42
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Sábado, 5 de Setembro de 2009
Maria Domingas Carvalhosa

Não lhe basta comprar jornais. Parece que Artur Penedos compra ou gostava de comprar mais. Sugiro a leitura deste testemunho ‘roubado’ aqui.


 


É extraordinária a forma como certos elementos do aparelho do PS entendem a função dos Meios de Comunicação Social. Podem justificar-se da forma que quiserem , mas não se esqueçam, em politica o que parece é!


Publicado em 5/9/09 às 14:21
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Sexta-feira, 4 de Setembro de 2009
Diogo Duarte Campos

Sócrates finge apontar o dedo ao passado. Uma táctica para esconder que ele é o passado, o pior passado, o passado que ainda nos pesa.


 


José Ribeiro e Castro


 


Publicado em 4/9/09 às 16:04
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Quarta-feira, 2 de Setembro de 2009
Manuel Salema Garção

Chegado de férias e com a escrita pouco em dia aqui na nossa Rua Direita, queria começar apenas por mencionar três pequenas coisas:



1 – Que


 


2 – entrevista


 


3 – vergonhosa


 


Parece pouco, não parece?


 


O Sr. Primeiro Ministro voltou a saltitar respostas, se bem que as perguntas também nunca foram muito satisfatórias… no rescaldo ficou o vazio de um povo mal informado.


 


Se por um lado fiquei na mesma em relação às políticas do Governo, mais contente fiquei por saber que o PSD finalmente também se interessa por valores éticos e morais como a família… É sem dúvida um pilar importantíssimo, resta saber se esse pilar vai até final de campanha, ou se pelo meio vão surgir outros pilares igualmente importantes e que estão directamente ligados a este “pilarete” principal, Saúde, Impostos, Segurança Social e claro uma revisão sobre os incentivos à taxa de natalidade proposta pelo PS…


 


Mas o que digo a uns, digo a outros, o “pilarete” não se está a diluir, está tão enferrujado que nem se conseguem mexer…


 


Também não queria entrar por uma outra rua mais esquerdina que mais informa que querem ver o ordenado mínimo nacional aumentado num curto espaço de tempo… Está tudo louco!


 


Não sabemos o dia de amanhã quanto mais saber se a economia do país permite a subida de ordenados mínimos em 2011… Está tudo louco!


 


mas vindo de quem vem...


 


Já agora que tal uma subida para os 2000 euros em 2012?


 

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Publicado em 2/9/09 às 13:24
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Diogo Duarte Campos

Mas esta coisa de um Primeiro Ministro se recusar a entrar em determinada estação televisiva é muito pouco democrático.


 


Publicado em 2/9/09 às 11:11
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Terça-feira, 1 de Setembro de 2009
Maria Domingas Carvalhosa

Na entrevista que Paulo Mota Pinto deu ao i, no passado dia 29 de Agosto, foi-lhe colocada a questão da possibilidade de criação de um governo do Bloco Central, após as eleições legislativas.


 


Das suas respostas tirei algumas conclusões:


 


1º Não devia ter feito a pergunta - ‘…É uma pergunta que tem de fazer depois das eleições.’; 


2º A resposta não está nas mãos do PSD.- ‘…Depende dos portugueses. Os portugueses dar-nos-ão os elementos decisivos para essa resposta’;


3º O cenário de Bloco Central poderá justificar-se. – ‘Não devemos estar a aprofundar ou antecipar as condições em que um hipotético governo do bloco central pode ser justificado.’


Publicado em 1/9/09 às 17:01
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Maria Domingas Carvalhosa

Quer-me parecer, na minha humilde opinião, que falta qualquer coisa à 'politica de verdade' do PSD. Estará este partido disponível para, a seguir às eleições, integrar um governo com o PS?


 


Acredito que muitos indecisos gostariam de ter uma resposta sobre o tema. Com verdade e, de preferência, ainda antes das eleições...


 


Publicado em 1/9/09 às 14:59
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Rua Direita


Publicado em 1/9/09 às 11:25
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Segunda-feira, 31 de Agosto de 2009
Rui Castro

do João Moreira Pinto.


Publicado em 31/8/09 às 00:24
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Sábado, 29 de Agosto de 2009
Diogo Duarte Campos

Ali em baixo, muito se discutiu a entrevista de Francisco Louçã ao Jornal de Negócios.


 


Achei, em particular, curioso o tempo dispendido a explicar os inconvenientes da nacionalização da Galp, da EDP e da banca em geral, a qual, aliás, Louçã não tem qualquer ideia de como irá fazer.


 


Percebemos assim como uma frente de esquerda funcionaria: Louçã proporia a nacionalização do BCP, BES, BPI, BANIF, FINIBANCO (com um nome destes suponho que fosse o primeiro), EDP, EDP Renováveis (porventura da Martifer que também actua no sector da energias) e da GALP; em contrapartida, espero eu, o PS explicaria que tal não seria possível ou minimamente desejável. Designadamente, o PS explicaria que não se poderia nacionalizar sem pagar aos accionistas uma justa indemnização.


 


E assim se passariam os Conselhos de Ministros.


 


Será este o caminho que queremos?


 


Embora o programa do CDS só seja apresentado amanhã e não tenha nenhuma inside information sobre o assunto, queria tranquilizar os Portugueses que num Governo CDS este tema não fará os governantes perder um minuto.


 


Publicado em 29/8/09 às 21:33
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Quinta-feira, 27 de Agosto de 2009
Rui Castro

Hoje Sofia Rodrigues, jornalista do Público, às 14:36h, titulava em letras mais ou menos garrafais, que a campanha das legislativas não teria debates porque o PS, claro, quem mais, se recusava a fazer debates a dois com todos os candidatos (...) Enfim, confirma-se, mais uma vez, a manipulação informativa do Público. - Sofia Loureiro dos Santos 


 


Se bem percebo a Sofia Loureiro dos Santos, a notícia do Público que dava conta que o PS rejeitava o modelo de debates a 2 com todos os candidatos (dos partidos com assento parlamentar) não correspondia à verdade.


 


Imagino, assim, que nos possa esclarecer por que razão apareceu hoje Vieira da Silva a aceitar pela primeira vez o modelo já aceite anteriormente pelos demais partidos, insistindo, porém, que o PS preferia debater a sós unicamente com o PSD.


 


Já agora, a Sofia pode aproveitar para explicar como é que o Ricardo Costa (SIC) e o José Alberto de Carvalho (RTP) se deixaram instrumentalizar pelas forças da oposição, dando voz às críticas que têm vindo a ser feitas há já alguns dias ao socialistas, os quais, de acordo com a generalidade dos órgãos de comunicação social, persistiam na sua proposta de debates, que não previa "confrontos" a 2 com os demais líderes de oposição (que não o PSD).


Publicado em 27/8/09 às 22:59
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Quarta-feira, 26 de Agosto de 2009
Diogo Duarte Campos

Acho extraordinário que todo este debate em torno dos debates.


 


Primeiro porque evita que se fale de coisas sérias, desviando atenções; segundo porque só demonstra como em Portugal é possível que alguém ache que pode ter mais votos por não esclarecer o que defende, recusando-se debater.


 


Como já disse noutro post, político que não quer ou não gosta de debater, está na profissão errada. Pena é que o eleitorado não penalize quem com ele nada quer!


 


Sem prejuízo das televisões – ao que parece - estarem a fazer um sincero esforço de coordenação para que, de facto, existam debates plurais, julgo que a única forma transparente de ser por fim a esta novela seria as televisões fazerem os convites que entendem; caso um dos convidados decida não comparecer arcaria com o respectivo ónus.


 


Ainda estou para ver se José Sócrates estaria disponível para arcar com o ónus de ter a sua cadeira vazia num frente a frente com Portas ou com Louça… ou se teria coragem para que um debate a 5 fosse a 4 devido à sua ausência.


 


Já agora, será que a ERC não tem nada a dizer caso apenas haja debates de centrão.


Publicado em 26/8/09 às 14:18
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Sexta-feira, 21 de Agosto de 2009
Rua Direita

- A minha mãe vai votar no CDS.


- Mas o CDS é pequenino, não vai ganhar.


- Mas a minha mãe diz que como o CDS é o partido que tem razão os outros partidos vão precisar do CDS para fazerem as coisas. Eles são os mais espertos, percebes?  


Publicado em 21/8/09 às 12:37
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Rua Direita

Mas as eleições são daqui a um mês e meio e eu estava aqui a pensar se há alguém a prestar atenção ao que vai saindo no Diário da República? Já vieram do Algarve?


Publicado em 21/8/09 às 12:33
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Rua Direita

- O que é o Simplex?


- Um blog do PS.


- E o João Galamba?


- Escreve lá.


- E então?


- Diz no jornal que chamou filho da p a um outro João de outro blog do PSD.


- E então?


- Ele é candidato a deputado e agora já não é. 


- E então?


- Nada.


....


 


- Embora dar um mergulho?


Publicado em 21/8/09 às 01:09
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Quarta-feira, 19 de Agosto de 2009
Diogo Duarte Campos

jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx


 


Publicado em 19/8/09 às 19:48
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Diogo Duarte Campos

Em Portugal instalou-se a ideia que quem Governa deverá debater o mínimo possível.


 


José Sócrates tinha, até há pouco tempo, o mérito de contrariar essa ideia: embora raramente respondesse ao que lhe era perguntado, o novo modelo de debates mensais na Assembleia da República representa um avanço na democracia.


 


Porém, porventura com medo do animal feroz que há em si, José Sócrates veio hoje dizer que apenas aceita três debates e, frente a frente, apenas com Manuela Ferreira Leite.


 


É inadmissível.


 


Sinceramente, quem não quer ou não gosta de debater não pode ser político. Tem que mudar de profissão.


 


Avanço na democracia seria também o eleitorado não pactuar com o intolerável, punindo quem foge ao debate.


Publicado em 19/8/09 às 19:39
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Terça-feira, 11 de Agosto de 2009
Bernardo Campos Pereira

Parece-me que falta muito na sociedade e nas mentalidades dos portugueses para cumprir a república. Nesta óptica, o desfecho deste gesto audaz e provocador dos 31 da Armada deverá ser interpretado como um termómetro do espírito democrático da actual república portuguesa. Não serão os festejos que vão marcar o povo, que pouco se interessa por estes eventos, muito menos o idiossincrásico elitismo de alguns políticos geriátricos que proclamam-se como republicanos. A capacidade de aceitação de eventos como este hastear da bandeira monárquica (e portuguesa) é que pode ser marcante; tal como matar o touro em Barrancos foi um crime que compensou e que muito demonstrou sobre a aplicação das leis em Portugal, a maneira como a república lida com esta tourada das bandeiras também será reveladora.


 


A questão sobre a incapacidade desta república governar o território nacional está bem simbolizada por ambas as acções divertidas dos 31 da Armada, uma nos confins do território, na esquecida e ocupada Olivença, outra em pleno centro administrativo da capital. O Ministério Público poderá vir a punir os quatro autores desta brincadeira por alegado ultraje à república devido à substituição de uma bandeira municipal por uma bandeira monárquica, mas não se atreve a condenar a poderosa monarquia espanhola por ilegalmente colocar as bandeiras do seu rei soberano nos territórios e monumentos deste concelho português de além Guadiana. Local esquecido pelo nosso Estado, onde estes valentes “shit disturbers” foram colocar a bandeira da república portuguesa.


 


Será que a república portuguesa é uma verdadeira república, que zela pelos seus cidadãos e o seu território geográfico e cultural, ou será que é uma entidade fechada, impondo a ideologia prescrita e privilegiando o status quo em vez de se preocupar pelos interesses do país real? Sabedoria popular diz que "cada povo tem o governo que merece", e nestes assuntos como em toda a política isto depende de nós todos, começando pela opção de escolha nas próximas eleições.


Publicado em 11/8/09 às 19:30
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Segunda-feira, 10 de Agosto de 2009
Tomás Belchior

Se há crítica que eu faço ao discurso do CDS, não é tanto ao seu conteúdo, mas à sua falta de ambição. É um discurso que, na minha opinião, comete o erro táctico de tentar manter uma base de apoio cada vez mais diminuta quando devia ir à procura dos que foram esquecidos pelo socialismo. Se o objectivo é realmente moralizar a maneira como as políticas públicas tratam as pessoas, o discurso do CDS devia focar-se, por exemplo, na  Lei do Arrendamento ou no Código do Trabalho, áreas em que o facilitismo do discurso de esquerda impede há demasiado tempo que "Portugal avance".



Deixando o Código do Trabalho para outra altura, no caso do arrendamento o CDS devia defender muito simplesmente ou que o Estado exproprie de facto os proprietários (já que o fez na prática há décadas), pagando-lhes o valor de mercado dos seus imóveis, ou que liberalize totalmente os contratos de arrendamento anteriores a 1990, sem outras restrições para além das que estão na lei que se aplica aos contratos novos, e ajude as pessoas que eventualmente não possam suportar as novas rendas. Este sim é um subsistema que devia acabar de uma vez por todas. Isto sim seria moralizar.


 


Publicado em 10/8/09 às 17:23
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Tomás Belchior

Não me revendo, por motivos óbvios, em boa parte do tal discurso estafado do CDS, é importante reconhecer que este se rege por um princípio louvável e consistente, que vai bem para além dos cartazes: o da reposição da moralidade na forma como o Estado se relaciona com os cidadãos. Esta linha é visível na posição do CDS a respeito da ASAE, da nacionalização do BPN, da defesa dos contribuintes face aos abusos do Fisco, dos incumprimentos do Ministério da Agricultura, dos múltiplos problemas do SNS, etc. Por isso, quando me vêm falar de cartazes, aceito parcialmente a crítica, mas o tema é completamente acessório. Que me desculpem os críticos, mas cartazes não são política, são circo.


 


Publicado em 10/8/09 às 17:15
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Rua Direita

"Não damos subsídios a quem não pode trabalhar: baixamos as pensões. Avançar o PS"


 


"Somos completamente 2.0: a agricultura é para cotas. Avançar o PS"


 


"Curtes persevativos e o teu pai é careta? Pede na escola. Avançar o PS"


 


"Nós não curtimos exames. Avançar o PS"  


 


"Nós não curtimos que chumbes. Vai à escola e diz ao teu pai que vote no PS"


 


"Não curtes que mandem em ti? Vai à escola e diz ao teu pai que vote no PS"


 


Publicado em 10/8/09 às 15:45
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Rua Direita

"Cristiano Ronaldo é o melhor jogador do mundo. Avançar o PS"


 


"Portugal tem imenso sol. Avançar o PS"


 


"Na nossa estrutura não há lugar para o desemprego. Avançar o PS"


 


"Pela autoridade do seu filho na escola. Avançar o PS"


 


"Quem é que os professores pensam que são?! Avançar o PS"


 


"Quem é que os polícias pensam que são?! Avançar o PS"


 


"Eles têm o Pacheco, nós temos a ERC. Avançar o PS"


 


"Prometemos Inglês Técnico no 1º Ciclo. Avançar o PS" 


 


"Portugal é muita giro. Avançar o PS"


 


"Não saia de casa para ser assaltado: registe a sua empresa. Avançar Portugal"  


Publicado em 10/8/09 às 15:22
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Rua Direita

"Hoje computadores, amanhã bicicletas. Pela educação e contra a obesidade.Vote PS"


 


"Um Wii para cada português. Vote PS"


 


"Quer uma cozinha IKEA? Vote PS"


 


"Novas Oportunidades de Verão: para o ano aprenda surf. Vote PS"  


 


"Não oferecemos empregos, damos subsídios. Vote PS"


 


"Deposite o seu voto no PS: nós regulamos muita bem"


 


"Novas tecnologias: siga-me no twitter. Vote Sócrates" 


 


"Seja solidário: adicione-me no facebook. Vote Sócrates"   


 


"Se votar PS nós explicamos o que foi o Simplex"


 


Publicado em 10/8/09 às 14:50
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Tomás Belchior

A propósito do tema das cartazes do CDS, gostaria de começar por um ponto prévio: todos os cartazes de campanha são populistas. Os bons são algo mais do que populistas, os maus são apenas populistas. Há ainda uma terceira espécie que pretende ser populista mas pela via lírica, o que apenas resulta num vazio total (ex: "Avançar Portugal"). Acusar um partido de fazer cartazes populistas faz tanto sentido como acusar uma revista de ter publicidade.



Dito isto, os cartazes do CDS são maus? São. Têm por base algo mais do que populismo? Têm, mas reconheço que isso não é particularmente relevante. O que é relevante é o facto do CDS não se esgotar nestes cartazes. Aliás, presumo que o mesmo possa ser dito dos outros partidos, mesmo tendo em conta a sua propaganda
igualmente populista.


 


Mostrar que o CDS não se resume ao discurso estafado mas importante dos antigos combatentes, dos pensionistas, da segurança, da agricultura, etc., foi uma das principais motivações da criação do Rua Direita. É certo que escolhemos uma via algo limitada para o fazer mas, caro Tiago, cá estamos "a aparecer em nome do partido". Não para fazer a revolução mas para mostrar que o CDS é, como sempre foi, mais do que um estereótipo.


 


Publicado em 10/8/09 às 11:43
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Quinta-feira, 6 de Agosto de 2009
Rua Direita

será que José Eduardo Moniz aceitava sair da TVI se tivesse sido o Paulo Campos a telefonar?


Publicado em 6/8/09 às 17:05
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Rua Direita

"Nasci em 1990 e não sei quem é Couto dos Santos. Quem é?"


 


Publicado em 6/8/09 às 15:55
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Tomás Belchior

Esta discussão sobre as listas é perfeitamente inútil por duas razões: por um lado, a qualidade das listas mede-se pelos seus resultados, não pela sua composição, por outro, parece ignorar o facto da Assembleia da República servir para muito pouco. Como escreve o Miguel Botelho Moniz, "a ideia de que temos um sistema de representação parlamentar só pode ser uma piada de mau gosto". 



Quem está ou deixa de estar nas listas é relevante apenas para quem está envolvido na dança. Para o país, é perfeitamente indiferente. Tanto pelo facto de os deputados não representarem verdadeiramente ninguém, como pelo facto do parlamento ser apenas um apêndice das maiorias de circunstância. Em Portugal, a separação de poderes não existe. Se o concubinato entre o poder judicial e o poder executivo já foi
amplamente documentado, a cereja no topo do bolo é precisamente a diluição do poder legislativo no poder executivo. Como disse no meu post anterior, este regime apenas serve para cumprir os serviços mínimos.


 


Publicado em 6/8/09 às 15:53
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Tomás Belchior

Em democracia, é difícil alguém manter-se no poder. Supostamente é preciso saber-se governar. Regra geral é isso que se passa: bons governantes ganham eleições, maus governantes perdem-nas. No entanto, nem sempre é isso que acontece porque há maneiras de "ajudar" os eleitores a decidirem contra o seu próprio interesse. Isto é sobretudo aplicável a países onde a parte liberal do conceito de "democracia liberal" está em falta, como é o caso de Portugal.



Na Foreign Policy de Maio, o Paul Collier escreveu
um excelente artigo adaptado do seu último livro, onde explicou porque razão tantos ditadores de países subdesenvolvidos se mantêm no poder apesar de haver "eleições livres". Como, do ponto de vista do ditador, governar bem é demasiado arriscado (não garante a vitória eleitoral), este precisa de recorrer a alternativas: mentir aos eleitores, arranjar bodes expiatórios para os problemas do país, comprar votos, intimidar o eleitorado, eliminar os opositores mais fortes e, se tudo falhar, falsear a contagem de votos.



Sendo certo que há métodos, como falsear as contagens ou eliminar a oposição, que são complicados de aplicar por estas bandas, é espantoso ver como não há assim tanto que nos separa do bom velho Terceiro Mundo, que tanto paternalismo nos merece. Em Portugal o regime poupa-nos à ditadura mas aparentemente não chega para nos salvar do Engº Sócrates.


 


Publicado em 6/8/09 às 11:44
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Rua Direita

Eu não percebo nada disto, mas ainda vamos a tempo de convidar o Pedro Picoito, a Ana Margarida Craveiro, o Alexandre Homem de Cristo, o Miguel Morgado, o Paulo Marcelo, o André Abrantes Amaral ou o Paulo Tunhas, entre outros, ou já está tudo cheio?


 


Publicado em 6/8/09 às 11:40
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Rua Direita

"O que eu reparo finalizadas as listas: é que o PS não incluirá Manuel Alegre, reparo que o PSD não incluirá Passos Coelho e reparo que o próprio Bloco de Esquerda, apesar de falar muito de Joana Amaral Dias, creio que não a convidou para as suas listas. Noto, no entanto, que no CDS-PP, foi possível eu convidar o Dr. José Ribeiro e Castro e ele aceitar".


Paulo Portas


 


e mai nada


 


Publicado em 6/8/09 às 11:34
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Quarta-feira, 5 de Agosto de 2009
Maria Domingas Carvalhosa

 Peço desculpa, tinha-me esquecido da prole dos Presidentes das Câmaras Municipais de Coimbra, Gaia, Barcelos e Trofa. Sempre são 'sangue do meu sangue'. E também são novos.


 

Será  que a integração de descendentes de autarcas nas listas do PSD é um sinal da crise nas autarquias?

 


Publicado em 5/8/09 às 21:45
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Rui Castro

Estive a fazer contas à média de idades nas listas do PSD. Será que nas últimas obras, alguém se lembrou de colocar rampas na AR?


Publicado em 5/8/09 às 15:27
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Rui Castro

Depois de conhecidas as listas do PSD, haverá ainda quem queira fazer campanha ao lado de Manuela Ferreira Leite?


Publicado em 5/8/09 às 15:24
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Tomás Belchior

Em 1988, o Chris Matthews, hoje em dia apresentador do programa Hardball na MSNBC, publicou um livro com o mesmo nome onde resumia nalgumas regras o que tinha aprendido na sua passagem por diversos cargos políticos de bastidores, de maior ou menor relevo. Nas suas palavras, tratava-se de um livro que tentava explicar como a política é "jogada" escrito por alguém que conhecia "o jogo". Uma obra algo rasteira mas apenas na exacta medida das manobras que descrevia.


 


Na secção sobre inimigos, uma das regras que o senhor preconizava era a seguinte: "Don't get mad; don't get even; get ahead". Lembrei-me dela a propósito disto. Para além de me parecer um absurdo táctico por parte do PSD, tem a grande virtude de enaltecer a postura do Dr. Ribeiro e Castro e da actual direcção do CDS. Por muito indigesto que seja, engolir sapos confere uma certa dignidade.


Publicado em 5/8/09 às 11:07
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Terça-feira, 4 de Agosto de 2009
Rua Direita

Boa tarde: posso ser presidente de uma câmara na prisão?  


Publicado em 4/8/09 às 11:47
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Nuno Pombo

Qualquer liderança pautada pela verdade, pela discrição e pela austeridade toca o meu coração conservador. Contudo, a minha natural benevolência não vai ao ponto de autorizar poupanças nos esforços de serem fornecidas ao eleitorado todas as informações de que este razoavelmente careça para ajuizar da pureza dos assumidos princípios. Aí é que a porca começa a torcer o rabo. Depois da candidatura de Santana a Lisboa, que me abstenho de comentar, vem agora agora a liderança do PPD incluir nas suas listas por Lisboa, a crer no que li nos jornais, dois arguidos. Notem que com este texto não pretendo defender que arguidos não devem poder concorrer a eleições. Sobre isto o Francisco Proença de Carvalho já se pronunciou em termos que merecem a minha adesão. Mas confesso que gostaria de ouvir a presidente do PPD pronunciar-se sobre esta questão.     


Publicado em 4/8/09 às 09:47
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Rui Castro

(publicados na minha outra casa)


 


Juro que não se trata de perseguição


 


Mas a verdade é que este foi um dia horribilis para Manela Ferreira Leite. Atentem bem no que afirmou a líder social-democrata horas antes de Isaltino ser condenado em 1.ª instância a 7 anos de prisão e numa altura em que o PSD tem deputados, presidentes de Câmara e ex-titulares de altos cargo público constituidos como arguidos em diversos processos-crime:


"Todas as iniciativas que tenham por objectivo a maior transparência na vida política, o PSD subscreve-as totalmente, como tem feito até à data. Mas, exactamente porque é uma situação extremamente séria, não a vou discutir em vésperas de eleições" - sublinhado meu.


 


Vão perdoar-me a pergunta, mas se Manuela Ferreira Leite não nos explica como é que vai resolver as situações extremamente sérias como é que pretende convencer-nos a votar no seu partido?


 


Quando credibilidade se transforma em pragmatismo


 


Os motivos que sustentaram o afastamento de Isaltino Morais e Valentim Loureiro das listas do PSD às autárquicas - à data presidido por Marques Mendes - deviam ter levado Manuela Ferreira Leite a evitar a inclusão (ou será imposição?) de Helena Lopes da Costa e de António Preto - ambos arguidos em processos-crime - nas listas do partido às legislativas. A confirmar-se a notícia do Público, torna-se evidente que a credibilidade deixa de ser o principal argumento para convencer o eleitorado a votar no PSD.


Publicado em 4/8/09 às 00:34
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Sábado, 1 de Agosto de 2009
Rua Direita

"Fui convidada mas nunca tive contactos privados com Paulo Campos"


Joana Amaral Dias


Publicado em 1/8/09 às 14:50
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Rua Direita

Joana Amaral Dias confirma convite de Paulo Campos para integrar as listas do PS.

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Publicado em 1/8/09 às 14:37
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Rua Direita

De facto, entre o calculismo da circulação desta informação que adquiriu visibilidade no envolvimento do líder do BE e até já na evocação do próprio Mário Soares por parte de Joana Amaral Dias e, por outro lado, o desfecho a que este incidente conduziu, ficam ilacções sérias sobre a credibilidade dos intervenientes políticos e a eventual adequação dos seus perfis à seriedade com que seria desejável que fosse encarada a actividade política... é, seguramente, também por este tipo de comportamentos, provocatórios, equívocos e calculistas, a que, da direita à esquerda,  se vai recorrendo, que a abstenção ganha adeptos  e as práticas e valores políticos se vulgarizam, banalizam e perdem credibilidade. Urge por isso que o Partido Socialista se mantenha distanciado destas estratégias de bastidores... porque, apesar de todos os cenários catastrofistas que a comunicação social vai reforçando, não é evidente que os cidadãos prefiram uma governação à direita ou, sequer, uma governação minoritária. Resistir e recuperar, com a convicção de que tudo está em aberto, é um ponto de partida relativamente ao qual não pode ser ignorada ou minimizada a vantagem da obra feita e a demonstração de que a continuidade da acção política em exercício, devidamente corrigida, é a única forma de garantir uma governabilidade indispensável ao país... uma governabilidade sustentada por uma planificação económico-financeira viável, objectiva, não-demagógica e capaz de não agravar o fosso das desigualdades ou de agravar a pobreza. José Sócrates foi reconhecido pela sociedade portuguesa pela determinação (várias vezes apelidada como coragem), das suas medidas políticas... essa é, também, uma mais-valia para a credibilidade do seu programa político para as próximas eleições legislativas."   


Ana Paula Fitas,  no Simplex

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Publicado em 1/8/09 às 14:16
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Sexta-feira, 31 de Julho de 2009
Diogo Duarte Campos

Fácil: ora sondo eu, ora sondas tu…


 

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Publicado em 31/7/09 às 16:31
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Rua Direita

o PSD promete que não promete.


Publicado em 31/7/09 às 16:28
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Quinta-feira, 30 de Julho de 2009
Rui Castro

Não sei se já repararam, mas o PS apresenta-se ao eleitorado como se nos últimos 4 anos tivesse estado na oposição. Ainda me lembro do primeiro-ministro, logo após a vitória nas eleições de 2005, afirmar que o seu governo seria diferente e que não passaria o tempo todo a acusar os seus adversários por erros do passado. Está visto que se esqueceu. Deve ser da crise.


Publicado em 30/7/09 às 00:16
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Terça-feira, 28 de Julho de 2009
Manuel Salema Garção

A um “click” da Televisão e duas dedadas sobre o Jornal, não é preciso perceber muito, mais que um país virado à esquerda, somos um país virado do avesso!



Controlam o défice nacional, elogiam o trabalho feito na educação, as energias renováveis (que só renovam certas e determinadas mentalidades), hospitais e maternidades, policiamento e segurança pública… é sempre o mesmo discurso…



O contribuinte pergunta, onde estão as reformas prometidas? Os 150 mil novos postos de trabalho, não é um objectivo? Prometo reflectir melhor sobre o assunto… pois se não o era devia ser! Onde estão as novas escolas onde as crianças devem e podem aprender, em vez de utilizar truques de magia com as chamadas novas oportunidades… para quê? para terminarem o curso e continuarem na mesmíssima situação!? Onde está o trabalho, o esforço e a dedicação, digno de um patriota que defende o seu povo em vez de o enganar, sabotar ou iludir com promessas inconsequentes, irrealistas e sem sentido… onde estão as maternidades? Já se fez alguma coisa? Então e que tal tentar fazer tudo nestes últimos meses, de 4 anos de campanha?

 

Não é necessário nem “click” na Televisão, nem dedadas no jornal, basta ver e ouvir o contribuinte, a voz da razão!


Publicado em 28/7/09 às 19:17
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Tomás Belchior

O CDS tem um problema estratégico básico: para sobreviver tem de optar entre liderar uma alternativa de direita, e a continuidade do seu estatuto de partido charneira do regime. O problema da primeira opção é a manifesta falta de meios do CDS, a falta de "capital social". O problema da segunda é o seu parasitismo em larga medida indigno.



Este dilema estratégico remete-nos para um problema mais vasto: qual é o papel de um partido que se situa num dos extremos do espectro democrático? Resumidamente, defender ideias que o centro não pode defender. Estas, por sua vez, dividem-se em ideias que ninguém pode defender com seriedade e ideias que alguém devia defender.  É na defesa destas últimas, por muito inglório que seja, que reside a hipotética utilidade do CDS.


 


Neste quadro de análise, a vitória de um partido de direita minoritário resume-se à derrota prática da extrema-esquerda (já que a derrota teórica é indiscutível) e ao fim da inevitabilidade da "social-democracia" em que o país vive ensopado. Espero que, uma vez feito o balanço, o Rua Direita tenha contribuído para este fim.


Publicado em 28/7/09 às 16:30
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