Sexta-feira, 4 de Setembro de 2009
Diogo Duarte Campos

Ainda há quem defenda que apenas dois debates de centrão seriam mais esclarecedores que 10 debates, onde todos estão contra todos.


 


A argumentação parte do facto de, no modelo actual, os debates serem de 45 minutos (crítica com a qual concordo), para acabar com solução 2 debates de 90 minutos.


 


Não seria mais fácil e racional propor que cada um dos 10 debates tivesse mais minutos?


Publicado em 4/9/09 às 12:58
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Quinta-feira, 3 de Setembro de 2009
Rua Direita

O advogado Jorge Bleck acusa pessoas próximas do primeiro-ministro de pressionarem Alexandre Relvas, presidente da Logoplaste e presidente do Instituto Francisco Sá Carneiro (IFSC), na véspera da apresentação deste projecto, aconselhando contenção na sua intervenção como responsável máximo do centro de reflexão do PSD.


Publicado em 3/9/09 às 12:09
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Quarta-feira, 2 de Setembro de 2009
Diogo Duarte Campos

Podiamos estar aqui só os dois no bem bom, e a agora vou ter que aturar os outros que não têm interesse nenhum.


 


Pode ser uma forma de ver a democracia, mas duvido que seja a dos Portugueses.


Publicado em 2/9/09 às 12:05
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Diogo Duarte Campos

Mas esta coisa de um Primeiro Ministro se recusar a entrar em determinada estação televisiva é muito pouco democrático.


 


Publicado em 2/9/09 às 11:11
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Terça-feira, 11 de Agosto de 2009
Bernardo Campos Pereira

Parece-me que falta muito na sociedade e nas mentalidades dos portugueses para cumprir a república. Nesta óptica, o desfecho deste gesto audaz e provocador dos 31 da Armada deverá ser interpretado como um termómetro do espírito democrático da actual república portuguesa. Não serão os festejos que vão marcar o povo, que pouco se interessa por estes eventos, muito menos o idiossincrásico elitismo de alguns políticos geriátricos que proclamam-se como republicanos. A capacidade de aceitação de eventos como este hastear da bandeira monárquica (e portuguesa) é que pode ser marcante; tal como matar o touro em Barrancos foi um crime que compensou e que muito demonstrou sobre a aplicação das leis em Portugal, a maneira como a república lida com esta tourada das bandeiras também será reveladora.


 


A questão sobre a incapacidade desta república governar o território nacional está bem simbolizada por ambas as acções divertidas dos 31 da Armada, uma nos confins do território, na esquecida e ocupada Olivença, outra em pleno centro administrativo da capital. O Ministério Público poderá vir a punir os quatro autores desta brincadeira por alegado ultraje à república devido à substituição de uma bandeira municipal por uma bandeira monárquica, mas não se atreve a condenar a poderosa monarquia espanhola por ilegalmente colocar as bandeiras do seu rei soberano nos territórios e monumentos deste concelho português de além Guadiana. Local esquecido pelo nosso Estado, onde estes valentes “shit disturbers” foram colocar a bandeira da república portuguesa.


 


Será que a república portuguesa é uma verdadeira república, que zela pelos seus cidadãos e o seu território geográfico e cultural, ou será que é uma entidade fechada, impondo a ideologia prescrita e privilegiando o status quo em vez de se preocupar pelos interesses do país real? Sabedoria popular diz que "cada povo tem o governo que merece", e nestes assuntos como em toda a política isto depende de nós todos, começando pela opção de escolha nas próximas eleições.


Publicado em 11/8/09 às 19:30
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Quinta-feira, 6 de Agosto de 2009
Tomás Belchior

Esta discussão sobre as listas é perfeitamente inútil por duas razões: por um lado, a qualidade das listas mede-se pelos seus resultados, não pela sua composição, por outro, parece ignorar o facto da Assembleia da República servir para muito pouco. Como escreve o Miguel Botelho Moniz, "a ideia de que temos um sistema de representação parlamentar só pode ser uma piada de mau gosto". 



Quem está ou deixa de estar nas listas é relevante apenas para quem está envolvido na dança. Para o país, é perfeitamente indiferente. Tanto pelo facto de os deputados não representarem verdadeiramente ninguém, como pelo facto do parlamento ser apenas um apêndice das maiorias de circunstância. Em Portugal, a separação de poderes não existe. Se o concubinato entre o poder judicial e o poder executivo já foi
amplamente documentado, a cereja no topo do bolo é precisamente a diluição do poder legislativo no poder executivo. Como disse no meu post anterior, este regime apenas serve para cumprir os serviços mínimos.


 


Publicado em 6/8/09 às 15:53
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Tomás Belchior

Em democracia, é difícil alguém manter-se no poder. Supostamente é preciso saber-se governar. Regra geral é isso que se passa: bons governantes ganham eleições, maus governantes perdem-nas. No entanto, nem sempre é isso que acontece porque há maneiras de "ajudar" os eleitores a decidirem contra o seu próprio interesse. Isto é sobretudo aplicável a países onde a parte liberal do conceito de "democracia liberal" está em falta, como é o caso de Portugal.



Na Foreign Policy de Maio, o Paul Collier escreveu
um excelente artigo adaptado do seu último livro, onde explicou porque razão tantos ditadores de países subdesenvolvidos se mantêm no poder apesar de haver "eleições livres". Como, do ponto de vista do ditador, governar bem é demasiado arriscado (não garante a vitória eleitoral), este precisa de recorrer a alternativas: mentir aos eleitores, arranjar bodes expiatórios para os problemas do país, comprar votos, intimidar o eleitorado, eliminar os opositores mais fortes e, se tudo falhar, falsear a contagem de votos.



Sendo certo que há métodos, como falsear as contagens ou eliminar a oposição, que são complicados de aplicar por estas bandas, é espantoso ver como não há assim tanto que nos separa do bom velho Terceiro Mundo, que tanto paternalismo nos merece. Em Portugal o regime poupa-nos à ditadura mas aparentemente não chega para nos salvar do Engº Sócrates.


 


Publicado em 6/8/09 às 11:44
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