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Arquivo Rua Direita

Arquivo Rua Direita

28
Set09

a vitória do CDS

Vasco Lobo Xavier

Destaco, por motivos pessoais e de amizade, os resultados de Ribeiro e Castro no Porto (4 deputados: é obra, principalmente se nos distrairmos com as suas preferências futebolísticas), o particular resultado de Serpa Oliva, em Coimbra, onde voto e que voltou finalmente a apresentar novamente um deputado à Assembleia da República, o de Leiria e da Assunção Cristas, e o de Raul Almeida, em Aveiro. A Paulo Portas e à sua excelente campanha se devem em muito as vitórias: os meus parabéns e agradecimentos pela alegria.


 


Realço ainda o deputado da Madeira, não deve ter sido fácil, e o de Faro, que não esperava de todo. O terceiro lugar geral é um feito, como o é ter impedido que esse lugar fosse ocupado por outros. No global, impediu-se ainda a maioria absoluta do PS. O CDS está num dia bom. Tem responsabilidades no futuro. Poderá permitir algumas acções importantes ao país, mas só se negociar previamente a proibição de muitas outras muito perniciosas.

26
Set09

O voto é uma declaração, faça a sua.

Adolfo Mesquita Nunes

 

 

Ao longo das últimas semanas passaram por esta rua os melhores argumentos para votar CDS nestas eleições.

 

Apresentaram-se ideias, falou-se de propostas, defendeu-se aquilo em que acreditamos, sabendo que acreditamos em coisas suficientemente diferentes para sermos muitos, e suficientemente idênticas para estarmos de acordo no mais importante: prioridade à iniciativa privada, preferência pela liberdade, políticas de família, preocupação com a segurança, exigência para com o Estado, uma ideia de responsabilidade, a recusa do Bloco Central e a resposta ao Bloco de Esquerda, a ideia do Estado com pessoa de bem, a autoridade dos professores, a importância dada à agricultura e ao mar, uma política fiscal favorável às famílias e às empresas. Cada um de nós que por aqui passou declarou as suas razões.

 

Ao contrário do que alguns gostam de dizer, em tom de desculpa para preferir outras paragens, passou por esta rua aquilo que o CDS de facto é. Pode haver quem se supreenda com a pluralidade de ideias e com a importância do consenso aqui gerado, mas é precisamente disto que é feito o CDS. E é com pessoas como as que (e com as que) deram a cara nesta rua que se faz o futuro do CDS.

 

Mas haverá tempo de despedidas e para apelos a que siga um percurso connosco. Agora é tempo de reflexão. Cada um sabe de si e dos seus argumentos. Amanhã é dia de usar os seus. Há cada vez mais gente como nós. E se desta vez votasse como lhe apetece?

 

Os autores desta Rua

25
Set09

Votar em Consciência

Francisco Beirão Belo

Vou votar CDS pela primeira vez, e vai ser um voto consciente. Consciente, porque acredito que o CDS é o partido cujo programa melhor defende os interesses nacionais, cria riqueza e cultiva os valores humanos com os quais me revejo.


 


O CDS é o único partido que nos últimos quatro anos e meio de descalabro de governação socialista, apresentou sempre um discurso coerente e credível, lutando pelas seus princípios,  ideias e valores.


 


Defendeu ideias para fortalecer a economia através de medidas específicas de apoio às empresas, em especial às PME. O sucesso das nossas empresas é sinonimo de crescimento da economia, cria-se riqueza e reduz-se o desemprego.


 


Foram os únicos que defenderam a agricultura Portuguesa.


 


Alertou para o estado caótico das finanças e para aumento desmesurado da dívida pública. Defendendo, nesta fase crítica que o país atravessa, apenas os investimentos de real interesse nacional.


 


Defendeu o fim dos abusos constantes no rendimento mínimo de inserção. Deste modo, poderemos verdadeiramente investir em quem mais precisa, tais como os pensionistas com as pensões mais baixas.


 


Defendeu afincadamente valores humanos, cívicos e da família, apresentando verdadeiras politicas de apoio à família e incentivo à natalidade (introdução do factor número de filhos no calculo do IRS).


 


Defendeu uma educação pública de qualidade, com professores verdadeiramente preparados para poder transmitir uma educação sólida em conhecimentos e valores aos nossos filhos, e que funcione com base no mérito de todos.


 


Defendeu uma política de segurança sólida e de proximidade para garantir a segurança de todos. E uma justiça mais independente, mais rápida, mais justa, que funcione e transmita confiança a todos os Portugueses.


 


E acima de tudo, defendeu uma sociedade mais justa e mais verdadeira.


 


Defendeu e sei que continuará a defender. Por isso, vou votar conscientemente no CDS.

25
Set09

"Curioso número" por Pedro Mexia

Adolfo Mesquita Nunes

O Pedro Mexia dispensa apresentações. E deixou o seu sentido de voto  CDS no seu novo blogue, Lei Seca. Nestes termos:


 


Curioso Número


Podia glosar José Mário Branco e dizer que voto à esquerda moderada nas sindicais, voto no centro moderado nas deputais e voto na direita moderada nas presidenciais. Não bate totalmente certo, mas ficam com uma ideia, e além disso soa bem.


 


Domingo temos eleições. Segundo a Bússola Eleitoral, há 75,9 % de possibilidades de eu votar no MPT, 75% de votar PDA (que nem concorre), 73,1% MMS e 71,4 % no PND e no MEP. Parece que sou um gajo dos pequenos. Grande novidade.


 


Já votei MPT, mas não me estou a ver a deitar em nenhum dos outros (o MMS nem sei bem o que é, excepto que têm problemas com a ortografia). A seguir vêm o CDS e o PSD, ambos com 69,6%, curioso número como dizia o outro. Daí para baixo seguem-se partidos com os quais não tenho afinidades: PNR, PS, MRPP, BE e CDU.


 


Como me apetece estar «representado» no parlamento, escolho entre os 69. E de entre esses dois escolho o partido que usa de clareza ideológica em vez de ambiguidade pragmática, que fez um bom trabalho parlamentar, que prefere a regulação à estatização, que defende as empresas e a criação de riqueza, que reforça a segurança dos cidadãos, que zela pela decência fiscal, que não hesita nas nossas alianças, que conduziu uma campanha sem disparates nem casos, que é chefiado um político inteligente e articulado. Se se calassem com a demagogia da «preguiça» eu agradecia, mas, tudo somado, vou pôr a cruz sem esforço.


 


Pedro Mexia

25
Set09

Apelo ao voto no CDS

Ana Castro

O CDS é o partido que quer o melhor para Portugal.


 


Quer empresas privadas a funcionar bem e a dar emprego aos milhares de desempregados (grande flagelo dos nossos dias).


 


Quer incentivar a natalidade através das únicas medidas que podem resolver o problema (aumento do rendimento das famílias com mais filhos através da redução dos seus impostos).


 


Quer uma educação pública com professores bem preparados e que saibam transmitir às nossas crianças, futuros governantes do País, os valores que sempre nortearam Portugal.


 


Quer uma Justiça que funcione e resolva rapidamente os casos que ficam permanentemente por resolver.


 


Quer acabar com a corrupção.


 


Quer segurança nas cidades e nas aldeias.


 


Quer acabar com as listas de espera nos Hospitais e que todos tenham direito a ser tratados.


 


Quer acabar com a miséria que grassa nas grandes cidades.


 


Quer acabar com os abusos no rendimento mínimo de inserção .


 


Quer uma comunicação social livre mas que cumpra as regras deontológicas do jornalismo.


 


Confiemos o nosso voto ao CDS pois podemos ter a certeza que os deputados que ajudamos a eleger se baterão ferozmente por aquilo que o Povo anseia:


Paz, prosperidade, segurança, alegria de ser português... esperança no futuro.

25
Set09

Um Voto Responsável

Francisco de Almeida

Nunca fui filiado em nenhum partido e nunca tive um interesse especial pela política. O nascimento do meu primeiro filho e a prestação deste governo nos últimos quatro anos levaram-me a pensar de uma forma mais frequente sobre o futuro do nosso país. Por isto, aceitei o desafio da Rua Direita para participar neste espaço de debate.


 


Vou votar no CDS porque é o único partido que, com um discurso sólido, coerente e credível, apresenta um caminho claro para o futuro, valorizando um princípio que considero fundamental: A Responsabilidade.


 


Não quero que os meus filhos cresçam numa sociedade em que o crime (de todas as formas e dimensões) não é punido porque o sistema judicial funciona mal, e em que escândalos gravíssimos pairam no ar até prescreverem ou caírem no esquecimento, sem que deles decorra qualquer consequência.


 


Não quero que os meus filhos cresçam numa sociedade gerida por um Governo ao qual é permitido fazer promessas infundadas, denegrir a imagem e a autoridade dos professores, dizer-se e desdizer-se sobre inúmeros temas com a maior das naturalidades, ficando de consciência perfeitamente tranquila.


 


Não quero que os meus filhos cresçam numa sociedade que desvaloriza ao ponto de querer McDonaldizar valores fundamentais como a família e o casamento, em que o compromisso não tem valor, e em que o “fast food” das relações permite de uma forma simples o casamento e o divórcio entre todos (independentemente do sexo) sem que exista qualquer consciência de que, na maior parte dos casos, se está a destruir um lar e uma família.


 


Não quero que os meus filhos vejam vedadas as suas ambições de desenvolvimento profissional e económico por viverem numa sociedade que pune o esforço e o mérito profissional, e que tem numa lei laboral excessivamente rígida a protecção para quem não quer trabalhar.


 


Não quero que os meus filhos cresçam numa sociedade que herde uma enorme dívida gerada por um número desmesurado de investimentos públicos sem estratégia, num esforço inútil de regenerar uma economia em estado vegetal, e que não geraram o valor esperado na altura da sua aprovação. 


 


E sobretudo, não quero que os meus filhos tenham em soluções “chave na mão” como o aborto uma solução para lapsos de responsabilidade.


 


Ambiciono uma sociedade em que os meus filhos sejam livres para escolher o seu próprio caminho sabendo que, a cada passo, terão de responder pelos seus actos e de arcar com as consequências dos mesmos, sejam elas boas ou más. Por esta razão tenho claro que o meu voto nestas eleições será no CDS.

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