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Arquivo Rua Direita

Arquivo Rua Direita

27
Ago09

Bloco central

Rui Castro

Dizem-me que no i de amanhã, o cabeça de lista do PSD por Braga - João de Deus Pinheiro - defende a ideia de que o melhor para o país será uma coligação PSD / PS. A confirmar-se a notícia, e dado que João de Deus Pinheiro não é um candidato qualquer (para além de cabeça de lista por Braga, foi durante anos o líder da delegação laranja junto do PE), seria bom que o PSD esclarecesse se a dita coligação PSD / PS é uma possibilidade ou, pelo contrário, se não passa de um devaneio do candidato Deus Pinheiro.


 


Bem sei que a líder social-democrata, há alguns meses atrás, rejeitou essa possibilidade, mas a insistência de Deus Pinheiro no tema é suficientemente relevante para exigir nova tomada de posição sobre o assunto (recorde-se que a escolha de Deus Pinheiro é posterior às declarações de Ferreira Leite).


 


A razão de ser da necessidade do esclarecimento é evidente: perante uma tão elevada taxa de indecisos à direita, estou certo de que a mera perspectiva de um governo de bloco central será inspiradora no momento de votar.


 


(publicado aqui)

26
Ago09

Ler os outros

Diogo Duarte Campos
25
Ago09

Sem Rodeios

Diogo Duarte Campos

Tenho, com a actual direcção do CDS/PP, algumas divergência quanto às questões de segurança (que deixo para outro post por manifesta falta de tempo), sobretudo quanto à criação de um discurso – por vezes – demasiado “securitário”, face às liberdade individuais ou civis.


 


Sem prejuízo, considero que a autoridade do Estado tem que ser mantida e preservada.


 


É essencial que alguém tenha a coragem de afirmar que «frequentemente o país é despertado para cenas de violência em certos bairros mais difíceis. E alguém tem que saber dizer que queimar os carros dos outros não é normal, que fazer vandalismo com a propriedade pública não é normal, que andar em gangues aos tiros uns aos outros não é normal e que isso põe em causa a segurança da esmagadora maioria das pessoas que são honradas e têm vidas difíceis e que têm todo o direito de que o seu património e a sua segurança não sejam incomodadas».


 


Isto, meus amigos, não é um discurso securitário; é não querer esconder o sol com a peneira, o que é radicalmente diferente.


 


Mais um motivo para votar, com utilidade, CDS/PP.

30
Jul09

Muda que Deus ajuda

Diogo Duarte Campos

Será que alguém me pode explicar porque é que a maioria da população portuguesa considera que o País deveria e poderia ter sido mais bem governado nos últimos 30 anos e continua a votar maioritariamente naqueles que nos têm governado nesses mesmos 30 anos?


 


Eu até gosto de paradoxos, mas quando estes me vão à carteira, à liberdade e à qualidade de vida, julgo que será demais.

30
Jul09

Escolhas

Rui Castro

À semelhança do que acontece no futebol, em que uma equipa pode perder por jogar mal e/ou porque o adversário joga melhor, também em política podemos formar as nossas convicções pela simpatia que temos relativamente a um determinado partido e/ou por não concordarmos com as propostas apresentadas pelos outros. Ao longo dos anos, em que votei maioritariamente CDS, tomei as minhas opções com base nos pressupostos enunciados, sendo certo que a identificação com os princípios programáticos do partido foi essencial nas minhas escolhas. Uma coisa é certa, nunca no passado, como acontece este ano em relação às legislativas, foi decisivo para a minha decisão em quem votar o descontentamento relativamente ao partido que está no poder. Desta feita, a certeza de que o actual Governo falhou em (quase) toda a linha é para mim um estímulo adicional para lutar contra a sua reeleição. É também por isso que aqui estou.

28
Jul09

Porquê o CDS

Rui Castro

A melhor forma de explicar a minha militância e a razão de ser da opção pelo CDS está no Programa do Partido. Permito-me resumir o que é para mim essencial (o plural utilizado não visa vincular quem aqui escreve):


 


VALORES POLÍTICOS


Somos um partido de direita.


Uma direita de Liberdades.


Afirmamos um Estado útil.


 


VALORES ÉTICOS


Somos pela defesa da vida.


Em vez de política de cultura, defendemos uma política de património cultural.


Somos pela subordinação da política à ética.


Pretendemos a igualdade entre eleitos e eleitores.


Optamos pelo serviço público em alternativa ao carreirismo.


Respeitamos os eleitores.


 


VALORES SOCIAIS


Promovemos a solidariedade social.


Defendemos a responsabilidade social através da solidariedade.


Somos pela Liberdade de escolher.


 


VALORES ECONÓMICOS


Somos pela economia privada.


Afirmamos o direito ao lucro, ao mérito e ao risco.


Defendemos a propriedade privada e o Estado supletivo.


Combatemos o arbítrio fiscal. 

28
Jul09

Voto Útil, a quem?

Diogo Duarte Campos

Como sempre, mal se inicia uma campanha eleitoral sempre vem a história do voto útil. Parece mesmo que não podemos votar em quem queremos, mas em quem “tem que ser”. 


 

Apenas por uma vez me deixei levar pelo canto da sereia:nas últimas eleições para a Ordem dos Advogados, votei útil no Dr. Magalhães e Silva, quando queria votar no Professor Menezes Leitão. Extraordinariamente – ou não, porque para a Ordem não há verdadeiras sondagens – o Professor Menezes Leitão teve mais votos que o Dr. Magalhães e Silva....

 

Porventura, tantos como eu assim o fizeram e desesperados ficaram. Nem votaram em quem queriam, nem o seu voto teve qualquer da dita utilidade. 

 

Nunca mais me deixo enganar

 

O voto só é verdadeiramente útil, quando votamos na nossa primeira escolha, sem tibiezas, sem medo e, sobretudo, em liberdade.

 

Votarei no que acho mais útil para Portugal. Votarei no CDS.
28
Jul09

A Utilidade do CDS

Tomás Belchior

O CDS tem um problema estratégico básico: para sobreviver tem de optar entre liderar uma alternativa de direita, e a continuidade do seu estatuto de partido charneira do regime. O problema da primeira opção é a manifesta falta de meios do CDS, a falta de "capital social". O problema da segunda é o seu parasitismo em larga medida indigno.



Este dilema estratégico remete-nos para um problema mais vasto: qual é o papel de um partido que se situa num dos extremos do espectro democrático? Resumidamente, defender ideias que o centro não pode defender. Estas, por sua vez, dividem-se em ideias que ninguém pode defender com seriedade e ideias que alguém devia defender.  É na defesa destas últimas, por muito inglório que seja, que reside a hipotética utilidade do CDS.


 


Neste quadro de análise, a vitória de um partido de direita minoritário resume-se à derrota prática da extrema-esquerda (já que a derrota teórica é indiscutível) e ao fim da inevitabilidade da "social-democracia" em que o país vive ensopado. Espero que, uma vez feito o balanço, o Rua Direita tenha contribuído para este fim.

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