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Arquivo Rua Direita

Arquivo Rua Direita

28
Set09

Para a frente é o caminho...

Maria Domingas Carvalhosa

Vinte seis anos depois, o CDS alcançou uma dinâmica que lhe permitirá, no futuro, ocupar a posição de relevância que o país merece. Está de parabéns!


 


Agradeço ao Dr. Paulo Portas a clareza do seu discurso em toda a campanha eleitoral. Não tenho dúvidas que essa mesma clareza e frontalidade foram uma das razões que levou o CDS a alcançar este excelente resultado. Os portugueses, hoje, não têm dúvidas sobre as ideias e propostas do CDS para a educação, para a segurança interna, para a política fiscal, para a segurança social, para a saúde…independentemente de concordarem, ou não, com as mesmas.


 


Agora, há que continuar com esta fantástica dinâmica. Grande parte desta responsabilidade caberá aos vinte e um novos deputados do CDS, ontem eleitos pelos portugueses. Mas a restante cabe-nos a nós, que acreditamos na força deste partido. E para isso cá estaremos.


 


Aos meus colegas de rua, agradeço os excelentes textos que aqui publicaram. Permitiram-me momentos de reflexão muito interessantes. Mas, mais importante ainda, confirmaram que o CDS é um partido que possui um capital humano de grande qualidade e um partido que se apresenta, no futuro, com um forte potencial governativo.


 


Força CDS, que para a frente é o caminho!

28
Set09

Post Match Report

Carlos Martins

Real politics, agora.


 


Por fim Portugal chega a uma disposição parlamentar diversificada, numa altura de maturidade democrática. Sintomático do modo diferente de pensar a sociedade dos eleitores, mas também da diversidade de propostas programáticas.


 


Não há como esconder, a agenda do CDS é a mais pragmática, incisiva e concreta. E o Povo disse que essas ideias deveriam ser olhadas de forma irremediável. 


 


Ao PS resta negociar. Negociar com o tempo, se quiser cair e arriscar maioria absoluta. Negociar com Cavaco para aproveitar a sua fragilidade. Negociar com a Esquerda e hipotecar o futuro do País, contrariando a vontade de 10,5% dos eleitores que quiseram colocar o CDS como terceira força do Parlamento, e portanto, como elemento decisivo na tomada de decisões. 


 


O PS pode ainda negociar com o CDS. O caderno de encargos do CDS é claro e sendo também útil e bem estruturado, não me parece impossível alcançar um acordo com os Socialistas para dotar o Governo de alguma estabilidade. Acordo, não coligação, que fique claro. 


 


Qualquer negociação com os socialistas tem de partir de uma base do principio que há demasiadas políticas incompatíveis com o programa do CDS. Demasiadas diferenças. Mas o Povo quer que o PS tenha em atenção as propostas do CDS. E assim será. Pontualmente e sem nunca trair aqueles que convictamente votaram no CDS contra as políticas de José Socrates.

28
Set09

Parabéns Ruas Direitas !

Carlos Martins

Que resultado fantástico este do CDS-PP. Antes de qualquer comentário, quero dar os parabéns a todos aqueles que acreditaram que na política as ideias firmes mas concretas, coerentes, mas úteis, honestas, mas necessárias, podem e ganham votos.


 


Parabéns ao Micha (o meu Presidente!!!) e a todos os novos deputados do CDS que tanto se esforçaram por merecer a confiança dos portugueses!


 


Parabéns também - permitam-me - a todos os moradores desta Rua Direita que de uma maneira muito própria também fizeram com que o CDS seja hoje mais do que nunca uma alternativa real, com ideias diferentes e diferenciadas.


 


A todos, por fim, que silenciosamente preferiram pensar como nós, muito obrigado !

28
Set09

Responsabilidades a Crescer

João Lamy da Fontoura

Os (até agora) 592 064 portugueses que votaram CDS estão de parabéns, conquistando o seu terceiro melhor resultado em eleições legislativas.


 


Mas a caminhada não acaba aqui. Com este resultado, os portugueses que votam CDS logram, uma vez mais, alcançar o limiar de um patamar diferente, com um peso mais significativo na condução dos destinos do nosso país.


 


A votação aumenta, a representação parlamentar aumenta, a responsabilidade aumenta. Todas elas ficam confiadas, desde logo, aos deputados, aos dirigentes e aos militantes do CDS. Mas – e quero escrevê-lo enquanto votante sem cartão de militante do CDS – incumbem também aos portugueses que pensam como o CDS.


 


É que os próximos tempos vão ser difíceis e haverá, certamente, ocasiões em que outros – ditas as coisas em bom português – criticarão o CDS “por ter cão e por não ter”. Ou seja: haverá alturas em que o CDS será criticado por trair os seus eleitores quando entender dever apoiar a estabilidade necessária. E haverá momentos em que o CDS será criticado por não apoiar um qualquer argumento de governabilidade por entender que tal defrauda as expectativas que nele se encontram depositadas.


 


É, pois, necessário não perder o foco no essencial. E o essencial é a medida em que os valores e as ideias representadas pelo CDS podem, ou não, avançar.


 


Tenho a confiança que os meus representantes vão combater por esse avanço e continuar a fazer por merecer o apoio do eleitorado. Mas, para que a nau seja levada a bom porto, é imprescindível que aqueles que pensam como o CDS não se esqueçam que o CDS também continua a pensar como eles.

28
Set09

Ao trabalho

João Távora

Antes de mais, quero publicamente tirar o meu chapéu e dar os parabéns a Paulo Portas e a toda a direcção do partido pelo resultado histórico obtido pelo CDS PP. No entanto esta saborosa “vitória” não chega para me pôr eufórico: nos próximos anos o novo parlamento exibirá uma grossa maioria de esquerda que inclui uma significativa facção extremista, disruptiva, própria de democracias imaturas. Insisto na ideia de que uma direita débil é o primeiro sinal de um país pobre, estagnado e deprimido. Um dado que suspeito se acentuará nos próximos tempos, por mais injecções de capital que se processem nas obras públicas e no estado providência implantado.


É um facto que nem a alarmante crise, nem o atoleiro em que o país se encontra, nem mesmo os novos partidos que desta vez se apresentaram a votos, serviram para mobilizar cerca de três milhões e setecentos mil portugueses que teimam em alhear-se dos destinos da sua pátria: suspeito que somando estes números aos votos brancos e nulos, pelo método de hondt eles traduzir-se-iam numa maioria parlamentar. 


Este panorama confere à direcção do CDS um redobrado dever de lealdade para com os seus eleitores, exigindo-se ao partido uma oposição sem concessões ao "centrão" e uma determinada resistência aos cantos da sereia do poder imediato: creio que o crescimento do eleitorado do CDS-PP perspectiva-se inequivocamente à direita e numa grande maioria desiludida que urge resgatar à politica. É tempo da direita construir confiança e crescer para salvar de Portugal.


 
28
Set09

Ser do CDS com 7 anos

Rua Direita

- Quem é que ganhou?


- Depende.


- Mas quem é que vai mandar?


- É complicado.


- Ok: quem é que ficou em primeiro lugar?


- Isso não é o mais importante.


....


- Perdemos, foi?


- Não: tivémos um resultado fantástico.


- Mas ficámos em primeiro lugar?


- Não...


....


OK, vou tomar o pequeno-almoço.

28
Set09

Parabéns e uma última questão...

Frederico Pinheiro

Perante o resultado de ontem do CDS-PP, o qual é, indiscutivelmente, um enorme motivo de orgulho para todos os que acreditam nas ideias e projectos apresentados, cumpre congratular todos os que arduamente trabalharam, e continuam a trabalhar, para o mesmo! 


 


MUITOS PARABÉNS!!!


 


Tenho, enquanto eleitor de direita, que apenas o CDS-PP, no que toca a resultados da direita, tenha conseguido cumprido os objectivos (na verdade, ultrapassou-os)!!


 


Mediante tal, penso que se impõe a seguinte questão:


 


Alguém viu o Pacheco Pereira?


 


 

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