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Arquivo Rua Direita

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5 comentários

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    Oakeshott/OhQueChato 30.07.2009

    Sao, sao. As relaçoes humanas especificamente orientadas para a reproduçao e educaçao das novas geraçoes deixam de ter um regime legal proprio e autonomo.

    Vai tudo para a "vala comum" das relaçoes entre pessoas que gostam muito umas das outras. Ja agora, porque nao dar enquadramento legal as amizades?
  • OhQueChato,
    1. "próprio e autónomo"? se as mesmas condições legais forem alargadas a casamentos 'alternativos', em quê que isso perturba a capacidade reprodutiva dos casais heterossexuais em casamento tradicional?
    2. nem a amizade deve ser legalizada, nem qualquer coisa o que diga respeito à parte emocional dos casamentos ou uniões civis.
  • Sem imagem de perfil

    Oakeshott/OhQueChato 30.07.2009

    Caro AntonioCostaAmaral e sem querer ser chato:

    Acho razoavel que a Estado confira protecçao legal a formas de associaçao privada com valor "estrategico" para a propria existencia da sociedade. Como sucedeu sempre com as diversas formas historicas de casamento orientadas para a reproduçao biologica (e com inevitaveis implicaçoes de natureza sucessoria).

    Quanto ao resto, sou estritamente liberal: o Estado nao se intromete nem regula. As relaçoes homosexuais, os namoros, as amizades, nao sao da esfera do Estado e nao devem ser objecto de regulamentaçao especifica.
  • O/O, não está a ser nada chato -- e espero que eu também não, embora eu reconheça a minha própria casmurrice.


    A "existência da sociedade" não depende do não reconhecimento de formas alternativas de união civil, ou da palavra "casamento" ser usada para outro fim menos ortodoxo.


    Nem depende, tão pouco, da protecção legal a tipologias específicas de organização social, como é a família. Quanto muito, e nisso concedo, depende de haver leis que protejam a vida, a liberdade, a propriedade. Agora padrões de convívio... não.


    O que proponho é uma neutralidade do Estado. A 'família' tradicional não sofrerá, antes pelo contrário, porque os valores familiares são muito mais competitivos do que aqueles originados por outras formas de viver em sociedade.


    Compreendo que este tema seja emocionalmente carregado, mas estamos a falar de socialismo de direita - usar o Estado para promover valores tradicionais católicos. E este tipo de pensamento, de captura do Estado, conduz sempre a uma lógica de soma-nula, de confronto social, pois se uns têm uma benesse, outros não a podem ter.


    Por muito que se racionalize, isto é claramente injusto - e há que ir à causa - abuso do Estado para funções que não lhe pertencem.


    Abraço!
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