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Arquivo Rua Direita

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27
Jul09

Primeira Escolha

João Lamy da Fontoura

 


É na solidão da cabina de voto que, em democracia, a soberania é exercida. Em segredo, cada um aí regista a sua esperança no futuro colectivo. E, em liberdade, deposita-a na urna.

 

Muitas vezes tentam convencer-nos que o voto se pode perder. Que útil é pô-lo um bocadinho mais ao lado. Que assim não se vai lá. Que assim não se chega lá.

 

Mas chegar aonde? Eu quero o melhor para o meu país. Não me contento com segundas escolhas. Não espero que quem tem outras opções actue de outra forma. Cada um segue o seu caminho, cada um escolhe a sua rua. Este blogue é a prova provada que quem tem simpatia pelo CDS não está sozinho. Que é possível crescer. E que esse crescimento, qualquer que seja a sua dimensão, é útil a Portugal e dará sempre para chegar a algum lado.

 

Exemplos? Aqui fica um: com 23 deputados, o CDS passa a poder pedir ao Tribunal Constitucional que declare a inconstitucionalidade, com força obrigatória geral, de quaisquer normas. Para que é que isso serve? No caso da atribuição à ASAE da qualidade de polícia, teria, desde logo, evitado dois anos de dúvidas.

 

Se a isso se juntar a participação, com força, no Governo de Portugal, melhor ainda!

9 comentários

  • Sem imagem de perfil

    Libertas 28.07.2009


    A Direita tem a obrigação de representar os milhares de pequenos empresários que com esforço e  sacrifício construiram o seu negócio.

    A esquerda serve-se da ASAE para aumentar a receita fiscal!

    Que seria da economia portuguesa se todos quisessem ser funcionários e não houvesse empreemdedores?

    Saibam esses pequenos empresários ver na Direita a sua voz, tal como o funcionalismo vê na CGTP o meio de nos extorquir dinheiro.

    Luís Casalta
  • Sem imagem de perfil

    jeronimo 28.07.2009

    Parece-me que essa não é a forma mais correcta de ver a questão. De entre esses milhares de pequenos empresários há uma vasta maioria que faz maiores sacrifícios porque se preocupa em servir bem os clientes de acordo com as regras de segurança e higiene instituídas. E há uma minoria de "espertos" que reclamam a tradição como desculpa para não evoluirem nem ter que pagar os custos em tempo e dinheiro que isso representa. Isto para mim é concorrência desleal. As regras aplicam-se a todos sem excepção. E a ASAE não cobra impostos. Nem multas.
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    Libertas 28.07.2009

    Ok: a ASAE aplica multas ou coimas.

    Lembro que a ASAE até se meteu com os galheteiros!



     
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    jeronimo 28.07.2009

    Uma vantagem do discurso populista é que vive apenas da espuma das noticias, não obrigando os seus adeptos a grande preparação. Informe-se melhor. A ASAE não passa multas ou coimas. Não foi a ASAE que decretou a obrigatoriedade do uso de galheteiros.
  • Isso é um facto. Mas a ASAE reflecte esse espírito dirigista e intervencionista e higienista que ocupa a cabeça dos nossos legisladores e que, a pretexto da defesa do consumidor, reduz a sua liberdade de escolha.

    A ASAE pode e deve existir mas numa vocação de fiscalização da informação prestada ao consumidor. Por absurdo, um restaurante não deve ser impedido de utilizar ovos estragados. Deve é disso informar os seus clientes. Transpondo isto, era bom que os exames e relatórios da ASAE por cada inspecção constassem do local de estabelecimento, para que cada cliente escolhesse o que fazer.

    Um abraço
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    jeronimo 29.07.2009

    "um restaurante não deve ser impedido de utilizar ovos estragados".
    Peço desculpa mas o que afirma é simplesmente absurdo ! Não podemos deixar ao critério de cada um ignorar as questões de segurança que a Estado determina já que esta tem o ónus de assegurar a asistência aos seus cidadãos. Veja o caso da obrigatoriedade do cinto de segurança, do capacete nas motas, dos limites de velocidade. E já agora porque não legalizar as drogas ? 
  • Repito: "Por absurdo, um restaurante não deve ser impedido de utilizar ovos estragados.".

    Mas discordo dessa função de o Estado nos proteger de nós próprios. Por esse andar, temos um nutricionista em cada balcão do McDonalds a perguntar se não comemos já fritos esta semana e se aquele hamburguer não poderia antes ser trocado pela saladinha cesar.

    Quanto às drogas jerónimo, cada um sabe de si. Não metam é o Estado a financiar a coisa, ao estilo salas de chuto. 

     
  • Sem imagem de perfil

    jeronimo 29.07.2009

    O Estado tem o direito de nos proteger já que o Estado gasta recursos para nos assegurar uma assistência. Se Vc vai de mota e não leva capacete e tem um acidente vai custar muito mais ao Estado o auxilio que este lhe vai prestar. E os recursos usados nesse auxílio serão desviados de outros que eventualmente deles necessitem. O Estado tem o direito de reduzir os riscos. E de proibir o acesso a substâncias comprovadamente nocivas para a saúde e para o comportamento social, como as drogas. As salas de chuto já são o reconhecimento da impossibilidade de acabar de vez com a circulação e consumo. Eu prefiro que os drogados se chutem num local com asistência do que à porta da minha casa, deixando seringas usadas ao alcance dos meus filhos, como já me aconteceu num jardim de Lisboa.
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