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Arquivo Rua Direita

Arquivo Rua Direita

31
Ago09

Concordo - avaliação dos professores

Ana Castro

A avaliação dos docentes deve ter por base o mérito e a qualidade, e ser centrada nas vertentes científica e pedagógica. Não pode ser burocrática nem interferir com a avaliação dos alunos. Terá de ser feita sem prejudicar o ano escolar, reclama uma base hierárquica, não se confunde com avaliações sem competências específicas e precisa de um sistema de arbitragem. Lançámos como ponto de partida o modelo que actualmente é aplicado no ensino particular e cooperativo, subscrito por consenso e que se tem revelado eficaz. Se modelos alternativos tivessem sido estudados a tempo, esta questão estaria já resolvida e não faria parte dos programas eleitorais. (pág.65 do Programa do CDS)

31
Ago09

Totalmente de acordo (3)

Ana Castro

...No âmbito da PAC, é determinante que o Estado transfira atempadamente os pagamentos aos agricultores portugueses. É imperativo ainda aligeirar a carga burocrática, e ultrapassar a incrível inoperância no percurso de análise-decisão-contrato-validação-pagamento dos projectos e medidas PRODER, de modo a que nunca mais as candidaturas venham a exceder, em anos, o tempo previsto para a sua contratação, execução e finalização. Um sistema de candidaturas permanentes, prazos tempestivos de decisão e menos dirigismo estratégico é a opção que permite a recuperação do tempo perdido no PRODER. E tem de se verificar, logo de início, o ponto de situação na certificação, comunitária e nacional, do IFAP.(pág. 23 do Programa do CDS)

31
Ago09

Totalmente de acordo (2)

Ana Castro

Introdução, em Portugal, do desconto fiscal para famílias com filhos. Isto significa que no sistema actual os membros do casal somam rendimentos e dividem por dois, para apurar a taxa de imposto a pagar, mesmo que tenham um, dois, três, ou mais filhos, o que obviamente sobrecarrega o orçamento familiar. Será progressivamente substituído por outro, em que o número de filhos também conta, com um factor próprio, para a divisão do rendimento e, portanto, a redução do imposto a pagar. O nosso objectivo é atingir, no final da legislatura, um factor de 0,5 por filho. Isso significará uma considerável melhoria para as famílias que possam e queiram ter filhos. Se conseguirmos aprovar este quociente familiar, será a mais importante medida pró-família em Portugal. (págs 4-5 do Programa do CDS)

31
Ago09

Totalmente de acordo

Ana Castro

O país deixado pelos socialistas tem mais impostos e menos crescimento, mais desemprego e menos empresas, mais endividamento e menos produtividade, mais dependência do exterior e menos exportações, mais rendimento mínimo e menos pensões, mais pobreza e menos mobilidade social, mais criminalidade e menos justiça, mais violência e menos autoridade, mais desmotivação nos professores e menos exigência nos alunos, portugueses a mais sem médico de família e urgências a menos para os doentes. É este, no essencial, o balanço económico e social dos socialistas. (págs 2-3 do Programa do CDS)

31
Ago09

Assim-assim

Adolfo Mesquita Nunes

Ver o PSD admitir o Bloco Central (Mota Pinto e Deus Pinheiro, com as responsabilidades políticas que agora desempenham, falam pelo PSD) mais não é do que ver o PSD afirmar que a governação socialista é assim-assim. Ou que tem remédio, desde que o remédio seja o braço dado dos sociais democratas. É pena. Porque o país precisa de algo mais do que um tempero à política socialista. E porque é mesmo verdade que a política socialista adiou o país.  

31
Ago09

O discurso da confiança

Adolfo Mesquita Nunes

Um Governo que elabora um Orçamento de Estado irrealista não tem qualquer legitimidade para falar de confiança na economia. É já um problema nacional, agravado pelos socialistas é certo (com a crise à porta, fizeram de conta que ela não existia): a falta de credibilidade dos Orçamentos de Estado aprovados em Portugal.


 


Ora, é preciso que se realce, e poucos há que o façam, que a confiança na economia não pode crescer enquanto não houver confiança nas contas feitas pelo Estado. O Orçamento de Estado não é apenas uma pen que se leva à Assembleia da República para anunciar ao país quão bem governados andamos e que temos de ter confiança. É que a confiança não se compra com números deliciosamente atractivos: conquista-se com números rigorosamente apurados.

31
Ago09

Quando a crise é um pretexto

Adolfo Mesquita Nunes

O contexto da crise tem permitido aos socialistas afirmar a importância do investimento público e quase que parece que o fazem apenas no contexto da crise económica em que vivemos, como se o investimento público fosse apenas uma medida contra-cíclica de combate à crise.


 


Mas é preciso que fique claro que o investimento público é, para muitos socialistas (e sociais-democratas), um instrumento ordinário de política económica, mesmo quando não existe qualquer necessidade especial de intervenção contra-cíclica. A crise é apenas um pretexto para uma maior aceitação da socialista forma de governar.

31
Ago09

Novo autor

Adolfo Mesquita Nunes

Apresentado o Programa Eleitoral do CDS, conhecidas as ideias que vão a votos, é tempo de abrirmos esta Rua Direita a novos autores. Junta-se a nós, na convicção de que o CDS deve ter um peso eleitoral expressivo nas próximas eleições, o Francisco Beirão Belo. Tem 31 anos, é engenheiro não praticante, não tem qualquer filiação partidária e inicia aqui a sua participação activa na blogosfera.  


 

31
Ago09

Enquanto se apresenta e discute programas de Governo...

Carlos Martins

... convém olhar e analisar o essencial e fundamental para o futuro do País. (infelizmente, não parece haver muita gente para além do CDS preocupada com isto...)

 

 

 Fonte: Comissão Europeia, Assuntos Económicos e Financeiros, Previsões da Primavera para 2009-2010 (link)

 

As respostas que queremos dos políticos é saber quais são as opções a tomar para evitar e travar o crescimento exponencial da dívida; e de que forma alterar o processo de crescimento de dívida sem crescimento económico. E já agora, qual a forma de o fazer sustentadamente.

 

Haverá coragem política para deixar de perspectivar a gestão do País para além de 4 anos ?

 

Para discussão.

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