Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Arquivo Rua Direita

Arquivo Rua Direita

31
Jul09

Baixar impostos?

Adolfo Mesquita Nunes

 

 

Na actual conjuntura de crise, devemos ou não baixar impostos? A baixa de impostos é incompatível com uma simultânea redução da despesa? Devemos apenas simplificar o modelo fiscal, por agora, e deixar a baixa de impostos para mais tarde? Andamos a discutir estes assuntos aqui pela Rua Direita, em busca de uma alternativa política ao Partido Socialista. Aqui estão os posts, onde muita discussão se tem feito nos comentários:

 

Fiscalidade 101

O CDS e o sistema fiscal

Baixar impostos?

Baixa de impostos

A redução da carga fiscal

Entretanto, não muito longe daqui

Alguns dados sobre os impostos

Cheques em Branco e Ambição Fiscal

E não se combate a despesa?

O Investimento Estratégico Discriminatório

 

31
Jul09

E não se combate a despesa?

Adolfo Mesquita Nunes

Se a recusa em baixar impostos ainda pode ser justificada pelo combate à despera pública, ainda que aqui pela Rua Direita se tenha vindo a defender, com argumentos consistentes e debatidos com os nossos comentadores, que é possível proceder às duas empreitadas em simutâneo, já não consegue compreender-se como é que o Programa Eleitoral do Partido Socialista se enreda em tantos apoios e despesas e não dedica uma particular atenção ao combate à despesa:


 


"Sobre dívida pública - o indicador usado pela Presidência da República nos seus recados - apenas uma menção: «continuarão a ser minimizados os custos de financiamento da dívida pública». Não há, também, referências precisas sobre a reforma da Administração Pública".


 


Note-se que a redução dos impostos, tendo conta o nível de carga fiscal que temos, é um direito dos cidadãos perante uma cobrança excessiva do Estado, pelo que a recusa na sua redução deveria merecer muito mais palavras do que a mera acusação de demagogia a quem se limita a pedir para não lhe levarem grande parte do que recebe.


 


E se de um ponto de vista socialista é aceitável que as receitas fiscais sirvam para promover todo um modelo social, do ponto de vista democrático já é menos aceitável que essa opção não seja assumida por completo, escondendo-se que a manutenção da carga fiscal tem mais que ver com um modelo socialista de governação do que com qualquer combate à despesa.

31
Jul09

Natalidade e Imigração

Tomás Belchior
Caro João Galamba, vamos por partes. Ao contrário do que me acusa, eu não culpo o PS por tudo o que de negativo há em Portugal. Apenas culpo o PS por não ter feito nada para impedir/resolver, nos onze anos dos últimos catorze que esteve a governar Portugal, a tal crise endémica do país, igualmente muito badalada em Portugal e no exterior.

 

Quanto à sustentabilidade da Segurança Social, o  João Galamba acha que a redução das pensões é uma reforma da segurança social, o que diz muito sobre a insustentabilidade da dita nas mãos dos socialistas. Qualquer dia, em nome do sistema e da sua sustentabilidade, ainda veremos reformados a pagar em vez de receber. Isso não são reformas, são remendos.

 

Por outro lado, não entendo a provocação do João Galamba quanto ao discurso do CDS sobre imigração. Em primeiro lugar, porque não vejo que o discurso seja anti-imigração, tanto mais que ele é inspirado nas iniciativas do Conselho Europeu durante a presidência francesa da UE (e está a par das políticas de imigração da Europa). E em segundo lugar, porque, e independentemente disso, estão por demonstrar os impactos da imigração na natalidade e (presumo que o João também se referia a isso) na sustentabilidade da segurança social. Até porque também há dados que apontam no sentido oposto, nomeadamente no âmbito de sistemas dotados de várias prestações sociais.

 

Mas podemos discutir isso sem problemas. O João pode começar por explicar em concreto porque é que (e em que é que) a política de imigração deve estar relacionada com as políticas de natalidade. 

 
31
Jul09

Para demagogia, demagogia e meia

Rui Castro

O João Galamba já não quer discutir a natalidade e virou-se agora para a imigração (ele chama-lhe emigração, mas presumo que se trate de um lapso). E fá-lo da pior forma, demonstrando que o seu interesse pelos imigrantes é meramente instrumental. Pelo menos, é o que parece resultar da associação que faz entre a imigração e a natalidade. É, por isso, que lhe devolvo a questão: o interesse do João Galamba (e do PS, já agora) pelos imigrantes resulta da sua dignidade enquanto seres humanos ou é puramente interesseira, pretendendo que procriem como coelhos, de forma a contribuir para o aumento da natalidade em Portugal? 

Pág. 1/12

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Contacto

ruadireitablog [at] gmail.com

Arquivo

  1. 2011
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2010
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2009
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D