Vinte seis anos depois, o CDS alcançou uma dinâmica que lhe permitirá, no futuro, ocupar a posição de relevância que o país merece. Está de parabéns!
Agradeço ao Dr. Paulo Portas a clareza do seu discurso em toda a campanha eleitoral. Não tenho dúvidas que essa mesma clareza e frontalidade foram uma das razões que levou o CDS a alcançar este excelente resultado. Os portugueses, hoje, não têm dúvidas sobre as ideias e propostas do CDS para a educação, para a segurança interna, para a política fiscal, para a segurança social, para a saúde…independentemente de concordarem, ou não, com as mesmas.
Agora, há que continuar com esta fantástica dinâmica. Grande parte desta responsabilidade caberá aos vinte e um novos deputados do CDS, ontem eleitos pelos portugueses. Mas a restante cabe-nos a nós, que acreditamos na força deste partido. E para isso cá estaremos.
Aos meus colegas de rua, agradeço os excelentes textos que aqui publicaram. Permitiram-me momentos de reflexão muito interessantes. Mas, mais importante ainda, confirmaram que o CDS é um partido que possui um capital humano de grande qualidade e um partido que se apresenta, no futuro, com um forte potencial governativo.
Força CDS, que para a frente é o caminho!
Será que os portugueses a partir de dia 28 vão continuar a querer isto?
Passei a moradora do Rua Direita, por acaso. Não sou filiada e o que me une ao CDS são as ideias. Deixei,aqui, logo no início, um post onde explicava as razões que me trouxeram para esta rua. Deixo aqui, hoje, as razões que me levam a votar, no Domingo, no CDS.
Vou votar no CDS…
… porque este é o único partido que respeita a minha liberdade individual.
… porque estou farta de ‘conversas da treta’, retiradas das entrelinhas e da intriga política. Gosto que me falem claro. E, nestas eleições, só o CDS falou claro.
… porque quero as minhas ideias bem representadas no parlamento.
… porque sou livre de votar no melhor. Não me chega o menos mau.
Vou votar CDS … porque só assim voto em consciência.

Ontem, em Coimbra, Francisco Louçã brindou os portugueses com esta pérola: «Quero convidar qualquer pessoa que nunca tenha votado no BE a pensar por que é preciso um movimento político, uma força na esquerda, neste partido, para uma maioria para governar»
No entanto, o líder bloquista deixou a «certeza serena» de que não vai efectuar coligações com o PS de José Sócrates.
Gostava que alguma alma caridosa do BE me explicasse, como pretendem ‘oferecer’ uma maioria ao PS, para governar, sem efectuar coligações com José Sócrates. Só se for às escondidas?
Será que esta ‘força’ na esquerda não respeita a inteligência dos portugueses?
O PSD tem actualmente todas as condições para, no próximo dia 27 de Setembro, virar a página de Sócrates. Como dizia com graça, Pedro Marques Lopes, na Sic Notícias, ‘nestas eleições até o Rato Mikey ganhava as eleições a José Sócrates’. A insatisfação dos portugueses é visível e há muito eleitor de centro que vai acabar por dar o seu voto a Manuela Ferreira Leite.
Agora, as sondagens mostram claramente que os portugueses não querem dar maioria absoluta a nenhum dos dois partidos do ‘centrão’. Sem maioria absoluta, MFL só terá três alternativas:
1. Avançar para um governo minoritário, que não usufruirá das condições necessárias para governar com eficácia este país em crise;
2. Aliar-se ao PS e criar um governo Bloco Central. Nada que repugne a alguns importantes responsáveis do PSD;
3. Constituir governo com o CDS. Esta terceira alternativa, que me parece a mais sensata, só será possível se o CDS obtiver um bom resultado eleitoral.
Digam-me agora, com o panorama eleitoral actual, qual é o voto mais útil?
Se, hipoteticamente, o resultado da sondagem da Universidade Católica correspondesse ao resultado das eleições legislativas de 27 de Setembro, alguém imagina como Sócrates poderia governar? Quem o legitimaria? E a que preço?

Não lhe basta comprar jornais. Parece que Artur Penedos compra ou gostava de comprar mais. Sugiro a leitura deste testemunho ‘roubado’ aqui.
É extraordinária a forma como certos elementos do aparelho do PS entendem a função dos Meios de Comunicação Social. Podem justificar-se da forma que quiserem , mas não se esqueçam, em politica o que parece é!

Pois então aqui fica a capa de 'Sei o que fizeste no Verão passado', o filme que José Sócrates tem andado a ver nos últimos anos. Só foi pena o actual Primeiro Ministro não ter retirado nenhum ensinamento do descritivo da pelicula: 'Se queres enterrar a verdade certifica-te que ela não te vai perseguir'.
Na entrevista que Paulo Mota Pinto deu ao i, no passado dia 29 de Agosto, foi-lhe colocada a questão da possibilidade de criação de um governo do Bloco Central, após as eleições legislativas.
Das suas respostas tirei algumas conclusões:
1º Não devia ter feito a pergunta - ‘…É uma pergunta que tem de fazer depois das eleições.’;
2º A resposta não está nas mãos do PSD.- ‘…Depende dos portugueses. Os portugueses dar-nos-ão os elementos decisivos para essa resposta’;
3º O cenário de Bloco Central poderá justificar-se. – ‘Não devemos estar a aprofundar ou antecipar as condições em que um hipotético governo do bloco central pode ser justificado.’
Quer-me parecer, na minha humilde opinião, que falta qualquer coisa à 'politica de verdade' do PSD. Estará este partido disponível para, a seguir às eleições, integrar um governo com o PS?
Acredito que muitos indecisos gostariam de ter uma resposta sobre o tema. Com verdade e, de preferência, ainda antes das eleições...
José Eduardo Moniz, abandonou a direcção-geral da TVI. Questionado no Jornal Nacional sobre a sua eventual aparição noutro canal televisivo, o responsável disse ser "pouco provável". Eu acrescentaria: enquanto José Sócrates for Primeiro-Ministro...
Peço desculpa, tinha-me esquecido da prole dos Presidentes das Câmaras Municipais de Coimbra, Gaia, Barcelos e Trofa. Sempre são 'sangue do meu sangue'. E também são novos.
Nesta Rua, nas últimas horas, temos debatido dois dos temas que o Partido Socialista utilizou como bandeiras eleitorais: o incentivo à natalidade e o casamento entre homossexuais.
Desculpem o grito de libertação mas a ‘melguice’ a que se tem dedicado o Estado, ultimamente, anda a dar-me cabo dos nervos. É que a interferência na minha esfera individual, em temas que só a mim me deviam dizer respeito, consome-me.
Este novo pseudo–incentivo à natalidade, no valor de 200 euros é, para além de ridículo e até insultuoso, mais uma prova de interferência dos governantes na vida dos pais e das famílias.
Então se o incentivo é para a natalidade não deveria ser entregue aos pais? E mesmo aceitando o ‘porreirismo’ da medida, se fosse dos filhos, não deveriam ser os pais a decidir como geriam esse activo financeiro?
A história é sempre a mesma. Não posso escolher para o meu filho a escola pública que considero mais adequada para a sua formação. O Estado não deixa. Não posso gozar da ‘nervoseira’ da primeira conversa mãe/filho sobre a sua sexualidade pois a professora de educação física (que não conheço) adiantou-se. A culpa também não é dela que, eventualmente, nem gosta desta sua nova tarefa. Mas o Estado é que manda…
A melguice estatal é longa e não os vou incomodar mais com ela. Mas não posso de deixar de partilhar esta minha preocupação pela forma como este governo tem interferido não só com a minha liberdade individual como com a liberdade de organização da minha família.
Leave me alone!!!
Quando me lançaram o desafio de participar num blogue que teria como missão criar um espaço de partilha de ideias e ideais ligados à direita aceitei num ápice. De seguida, dei comigo a pensar ‘por que raio’ fui tão impulsiva a aceitar o desafio do 'Rua Direita’? O meu tempo é escasso e, até hoje, nunca participei, quer directa quer indirectamente, em actividades politico-partidárias pelo que não fazia qualquer sentido integrar este projecto temporário. Felizmente, não tive de gastar muito tempo para encontrar as respostas:
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