Terça-feira, 2 de Agosto de 2011
João Távora
ko

Publicado em 2/8/11 às 17:28
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Quinta-feira, 26 de Maio de 2011
Filipe Santos

 

Parece cada vez mais sério o risco da Grécia não conseguir cumprir o seu serviço da dívida.

Só isso justifica que se fale em "reprofiling", um novo eufemismo para a reestruturação da dívida (um malogrado "evento de crédito" de consequências gravosas).

 

Se a Grécia cair nesta desgraça é possível que venha a ter de sair do Euro. E se isso acontecer quebra-se um mito (o da unidade e irreversibilidade do processo europeu). Nesse cenário é possível que Portugal siga o mesmo caminho. Podemos, por isso, estar perto do abismo.

Sair do Euro significa entregar Portugal definitivamente ao grupo dos pobres.

 

Por tudo isto Portugal precisa de um governo forte, tecnicamente preparado e muito coeso. E precisa que gente incorrigível, como muita da que ainda nos governa, seja definitivamente afastada.

 

Este é o momento. Por ti. Por todos. Por Portugal antes que seja tarde demais.

 


Publicado em 26/5/11 às 00:37
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Terça-feira, 29 de Setembro de 2009
Adolfo Mesquita Nunes


 


Ao longo das últimas semanas por esta Rua passou quem quis. Em comum, como dissemos logo no primeiro dia, tínhamos a convicção e a vontade de que o CDS devia ter um bom resultado eleitoral. Conseguimo-lo e isso deixa-nos satisfeitos. Mas se o resultado tivesse sido outro não teríamos menos orgulho na Rua que construímos.


 


Como prometemos também no primeiro dia, por aqui passou gente vinda de lugares distintos, gente que nunca se tinha cruzado, gente que só cá veio uma vez, gente para quem a política é apenas um momento, gente que vive a política com imensa intensidade. Mas o mais importante é que se cruzaram opiniões diferentes, propostas diversas, ideias nem sempre coincidentes, mas todas com um sinal comum: os valores da liberdade e da responsabilidade, uma ideia de Estado e uma noção de País.


 


Foram esses valores, essa ideia e essa noção que preferimos discutir aqui, passando ao largo dos casos e das pequenas polémicas que marcaram a campanha. Soubemos sempre, desde o início, que o nosso caminho era outro. Eventualmente perdemos audiências. Mas, ainda assim, uma média de 1315 visitas por dia ultrapassou em muito as nossas expectativas.


 


Os partidos não devem ser espaços monolíticos onde só cabe uma ideia, nem lugar nenhum onde cabe tudo. Nós, que não somos a voz do CDS, somos o CDS dos eleitores (dos que têm e vêm à net, mas não só). Os eleitores que aqui passaram não são apenas o futuro do CDS. Eles são o presente do CDS e foi por eles e com eles que se testemunhou o crescimento eleitoral do CDS. De resto, esta Rua mostrou como o CDS é muito mais do que aquilo que muitas vezes o fazem parecer. Coisa que os leitores da Rua perceberam e os eleitores também.


 


Obrigado por terem feito este caminho connosco. E obrigado ao CDS por ter merecido este esforço e este resultado. Ao longo destas semanas fizemos a nossa parte, com convicção. É tempo de fechar esta Rua.


 


Chegámos ao fim e no fim chegámos onde queríamos. Agora, cada um seguirá o seu caminho, com o mesmo espírito, e pelas ruas onde andarmos seremos os mais exigentes de todos para com o CDS. Como sempre.


 


Os autores do Rua Direita


Publicado em 29/9/09 às 14:46
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Segunda-feira, 28 de Setembro de 2009
Bernardo Campos Pereira

Não foi o lirismo do bloco -nem a (im)possibilidade de uma coligação Louçã/Socrates- que trouxe ar novo à nossa democracia, foi a pedra no sapato que baralhou as contas da esquerda e que promete dinamizar a política portuguesa. Parabéns CDS!


Publicado em 28/9/09 às 23:14
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Margarida Furtado de Mendonça

Porque há cada vez mais pessoas a pensar como nós. É um facto.

Porque há cada vez mais pessoas que acreditam em quem trabalha e não baralha. Ainda não suficientes, mas são cada vez mais. Que devolveram ao CDS um resultado histórico.

É este o caminho, e é...é demorado.


Estou contente por ter aqui passado, por saber que a Rua Direita segue cada vez mais a direito, porque os portugueses quiseram. Há becos à esquerda, e não são pequenos mas, becos que são, não têm saída e por si hão-de acabar.


É preciso acreditar. É preciso trabalhar.

Parabéns ao CDS, a todos os que se esforçaram e conquistaram cada voto. Parabéns e obrigada.


 


Publicado em 28/9/09 às 20:21
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Afonso Arnaldo

Vizinhos de Rua e caros passantes,


 

Parabéns CDS! (ler alto e com vigor)

 

Sinto-me hoje um homem politicamente realizado. Não apenas pelo resultado do CDS, mas também por senti-lo um bocadinho meu (mesmo que infimamente…). Além do meu voto, pude contribuir nesta Rua Direita com alguns “dizeres” que procuraram justificar os meus porquês. Foi uma honra ter recebido o convite para morar aqui estes tempos e um enorme prazer ter partilhado a rua com todos. É bom estar acordado politicamente e sentir que se pode contribuir com um pouco mais do que “apenas” a cruz no boletim de voto.

 

Vivemos hoje tempos desafiantes para Portugal. Esta meta a que o CDS se viu ontem chegado não é, afinal, mais do que um “ponto de abastecimento” numa prova de fundo (e olhem que ganhámos muita energia!!). Da minha parte, continuarei a ajudar Portugal com o meu trabalho, a minha produção diária. Com a educação dos meus filhos no seu sentido de responsabilidade e consciência de que o bem público está, antes de mais, nas mãos de cada um de nós (nomeadamente, no respeito e na ajuda que devemos ao próximo). Com, enfim, os olhos postos no nosso futuro comum.

 

Um grande bem-haja a todos,

 

Afonso

Publicado em 28/9/09 às 16:02
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Rua Direita

O grande vencedor: o CDS


 


1. O CDS é um dos grandes vencedores da noite. É talvez o grande vencedor, dado que é o mais "surpreendente". O CDS vence as sondagens (again), e vence a CDU e o BE na luta pelo terceiro lugar. É muito importante ter o CDS à frente da extrema-esquerda. Respira-se um pouco melhor assim. Um ar mais europeu, e menos Channel 1975. E fica provado que a juventude portuguesa não está destinada a votar na irresponsabilidade do BE. Há gente nova de direita por aí. Fazem menos barulho, mas andam por aí.


 


2. O CDS é agora o partido charneira no sistema partidário português. O CDS é aquilo que o BE queria ser: a alavanca do parlamento, e a peça que fica a faltar ao puzzle parlamentar de Sócrates. Ainda bem que este poder caiu num partido que até acredita na democracia burguesa.


 


3. Resta saber uma coisa: esta vitória de Portas resulta de um crescimento imparável do CDS? Ou resulta da fraqueza do PSD? O CDS está consolidar eleitorado que nunca votará PSD, ou está a receber eleitorado que recusa votar em MFL? Com um líder forte no PSD, o CDS continuará a ter 10%? O CDS tem a palavra. É continuar a trabalhar, como dizia o outro.


 


Henrique Raposo, Clube da Repúblicas Mortas


Publicado em 28/9/09 às 14:41
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Rua Direita

Se soubesse o que sei hoje teria aceite o lugar na Madeira em vez da segurança da assembleia de freguesia da minha Junta.  


Publicado em 28/9/09 às 14:31
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Rua Direita

Andar o tempo todo com os braços no ar, dá nisto. 


Publicado em 28/9/09 às 14:29
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Rua Direita

Ainda há gente para as autárquicas ou elegemos a malta toda?


Publicado em 28/9/09 às 14:27
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Rua Direita

Esta sorte deu muito trabalho. E os parabéns são todos para Paulo Portas. 


Obrigada.  


Publicado em 28/9/09 às 14:20
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Maria Domingas Carvalhosa

Vinte seis anos depois, o CDS alcançou uma dinâmica que lhe permitirá, no futuro, ocupar a posição de relevância que o país merece. Está de parabéns!


 


Agradeço ao Dr. Paulo Portas a clareza do seu discurso em toda a campanha eleitoral. Não tenho dúvidas que essa mesma clareza e frontalidade foram uma das razões que levou o CDS a alcançar este excelente resultado. Os portugueses, hoje, não têm dúvidas sobre as ideias e propostas do CDS para a educação, para a segurança interna, para a política fiscal, para a segurança social, para a saúde…independentemente de concordarem, ou não, com as mesmas.


 


Agora, há que continuar com esta fantástica dinâmica. Grande parte desta responsabilidade caberá aos vinte e um novos deputados do CDS, ontem eleitos pelos portugueses. Mas a restante cabe-nos a nós, que acreditamos na força deste partido. E para isso cá estaremos.


 


Aos meus colegas de rua, agradeço os excelentes textos que aqui publicaram. Permitiram-me momentos de reflexão muito interessantes. Mas, mais importante ainda, confirmaram que o CDS é um partido que possui um capital humano de grande qualidade e um partido que se apresenta, no futuro, com um forte potencial governativo.


 


Força CDS, que para a frente é o caminho!


Publicado em 28/9/09 às 13:50
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Carlos Martins

Real politics, agora.


 


Por fim Portugal chega a uma disposição parlamentar diversificada, numa altura de maturidade democrática. Sintomático do modo diferente de pensar a sociedade dos eleitores, mas também da diversidade de propostas programáticas.


 


Não há como esconder, a agenda do CDS é a mais pragmática, incisiva e concreta. E o Povo disse que essas ideias deveriam ser olhadas de forma irremediável. 


 


Ao PS resta negociar. Negociar com o tempo, se quiser cair e arriscar maioria absoluta. Negociar com Cavaco para aproveitar a sua fragilidade. Negociar com a Esquerda e hipotecar o futuro do País, contrariando a vontade de 10,5% dos eleitores que quiseram colocar o CDS como terceira força do Parlamento, e portanto, como elemento decisivo na tomada de decisões. 


 


O PS pode ainda negociar com o CDS. O caderno de encargos do CDS é claro e sendo também útil e bem estruturado, não me parece impossível alcançar um acordo com os Socialistas para dotar o Governo de alguma estabilidade. Acordo, não coligação, que fique claro. 


 


Qualquer negociação com os socialistas tem de partir de uma base do principio que há demasiadas políticas incompatíveis com o programa do CDS. Demasiadas diferenças. Mas o Povo quer que o PS tenha em atenção as propostas do CDS. E assim será. Pontualmente e sem nunca trair aqueles que convictamente votaram no CDS contra as políticas de José Socrates.


Publicado em 28/9/09 às 12:59
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Carlos Martins

Que resultado fantástico este do CDS-PP. Antes de qualquer comentário, quero dar os parabéns a todos aqueles que acreditaram que na política as ideias firmes mas concretas, coerentes, mas úteis, honestas, mas necessárias, podem e ganham votos.


 


Parabéns ao Micha (o meu Presidente!!!) e a todos os novos deputados do CDS que tanto se esforçaram por merecer a confiança dos portugueses!


 


Parabéns também - permitam-me - a todos os moradores desta Rua Direita que de uma maneira muito própria também fizeram com que o CDS seja hoje mais do que nunca uma alternativa real, com ideias diferentes e diferenciadas.


 


A todos, por fim, que silenciosamente preferiram pensar como nós, muito obrigado !


Publicado em 28/9/09 às 12:54
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João Lamy da Fontoura

Os (até agora) 592 064 portugueses que votaram CDS estão de parabéns, conquistando o seu terceiro melhor resultado em eleições legislativas.


 


Mas a caminhada não acaba aqui. Com este resultado, os portugueses que votam CDS logram, uma vez mais, alcançar o limiar de um patamar diferente, com um peso mais significativo na condução dos destinos do nosso país.


 


A votação aumenta, a representação parlamentar aumenta, a responsabilidade aumenta. Todas elas ficam confiadas, desde logo, aos deputados, aos dirigentes e aos militantes do CDS. Mas – e quero escrevê-lo enquanto votante sem cartão de militante do CDS – incumbem também aos portugueses que pensam como o CDS.


 


É que os próximos tempos vão ser difíceis e haverá, certamente, ocasiões em que outros – ditas as coisas em bom português – criticarão o CDS “por ter cão e por não ter”. Ou seja: haverá alturas em que o CDS será criticado por trair os seus eleitores quando entender dever apoiar a estabilidade necessária. E haverá momentos em que o CDS será criticado por não apoiar um qualquer argumento de governabilidade por entender que tal defrauda as expectativas que nele se encontram depositadas.


 


É, pois, necessário não perder o foco no essencial. E o essencial é a medida em que os valores e as ideias representadas pelo CDS podem, ou não, avançar.


 


Tenho a confiança que os meus representantes vão combater por esse avanço e continuar a fazer por merecer o apoio do eleitorado. Mas, para que a nau seja levada a bom porto, é imprescindível que aqueles que pensam como o CDS não se esqueçam que o CDS também continua a pensar como eles.


Publicado em 28/9/09 às 12:19
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João Távora

Antes de mais, quero publicamente tirar o meu chapéu e dar os parabéns a Paulo Portas e a toda a direcção do partido pelo resultado histórico obtido pelo CDS PP. No entanto esta saborosa “vitória” não chega para me pôr eufórico: nos próximos anos o novo parlamento exibirá uma grossa maioria de esquerda que inclui uma significativa facção extremista, disruptiva, própria de democracias imaturas. Insisto na ideia de que uma direita débil é o primeiro sinal de um país pobre, estagnado e deprimido. Um dado que suspeito se acentuará nos próximos tempos, por mais injecções de capital que se processem nas obras públicas e no estado providência implantado.


É um facto que nem a alarmante crise, nem o atoleiro em que o país se encontra, nem mesmo os novos partidos que desta vez se apresentaram a votos, serviram para mobilizar cerca de três milhões e setecentos mil portugueses que teimam em alhear-se dos destinos da sua pátria: suspeito que somando estes números aos votos brancos e nulos, pelo método de hondt eles traduzir-se-iam numa maioria parlamentar. 


Este panorama confere à direcção do CDS um redobrado dever de lealdade para com os seus eleitores, exigindo-se ao partido uma oposição sem concessões ao "centrão" e uma determinada resistência aos cantos da sereia do poder imediato: creio que o crescimento do eleitorado do CDS-PP perspectiva-se inequivocamente à direita e numa grande maioria desiludida que urge resgatar à politica. É tempo da direita construir confiança e crescer para salvar de Portugal.


 

Publicado em 28/9/09 às 11:10
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Rua Direita

- Quem é que ganhou?


- Depende.


- Mas quem é que vai mandar?


- É complicado.


- Ok: quem é que ficou em primeiro lugar?


- Isso não é o mais importante.


....


- Perdemos, foi?


- Não: tivémos um resultado fantástico.


- Mas ficámos em primeiro lugar?


- Não...


....


OK, vou tomar o pequeno-almoço.


Publicado em 28/9/09 às 11:08
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Rua Direita

Aceitamos filiações todos os dias úteis das 9h30 às19h. Just in case.  


Publicado em 28/9/09 às 10:54
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Rua Direita

O meu telemóvel estragou-se. (Mas podem deixar recado com o Adolfo)


Publicado em 28/9/09 às 10:51
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Frederico Pinheiro

Perante o resultado de ontem do CDS-PP, o qual é, indiscutivelmente, um enorme motivo de orgulho para todos os que acreditam nas ideias e projectos apresentados, cumpre congratular todos os que arduamente trabalharam, e continuam a trabalhar, para o mesmo! 


 


MUITOS PARABÉNS!!!


 


Tenho, enquanto eleitor de direita, que apenas o CDS-PP, no que toca a resultados da direita, tenha conseguido cumprido os objectivos (na verdade, ultrapassou-os)!!


 


Mediante tal, penso que se impõe a seguinte questão:


 


Alguém viu o Pacheco Pereira?


 


 


Publicado em 28/9/09 às 10:41
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Vasco Lobo Xavier

Destaco, por motivos pessoais e de amizade, os resultados de Ribeiro e Castro no Porto (4 deputados: é obra, principalmente se nos distrairmos com as suas preferências futebolísticas), o particular resultado de Serpa Oliva, em Coimbra, onde voto e que voltou finalmente a apresentar novamente um deputado à Assembleia da República, o de Leiria e da Assunção Cristas, e o de Raul Almeida, em Aveiro. A Paulo Portas e à sua excelente campanha se devem em muito as vitórias: os meus parabéns e agradecimentos pela alegria.


 


Realço ainda o deputado da Madeira, não deve ter sido fácil, e o de Faro, que não esperava de todo. O terceiro lugar geral é um feito, como o é ter impedido que esse lugar fosse ocupado por outros. No global, impediu-se ainda a maioria absoluta do PS. O CDS está num dia bom. Tem responsabilidades no futuro. Poderá permitir algumas acções importantes ao país, mas só se negociar previamente a proibição de muitas outras muito perniciosas.


Publicado em 28/9/09 às 00:03
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Domingo, 27 de Setembro de 2009
Adolfo Mesquita Nunes

Amanhã teremos tempo para posts e agradecimentos e despedidas. Por agora, vamos comemorar. Continuaremos a melhor oposição ao socialismo dentro de momentos.


Publicado em 27/9/09 às 23:47
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Sábado, 26 de Setembro de 2009
Adolfo Mesquita Nunes


 


 


Ao longo das últimas semanas passaram por esta rua os melhores argumentos para votar CDS nestas eleições.


 


Apresentaram-se ideias, falou-se de propostas, defendeu-se aquilo em que acreditamos, sabendo que acreditamos em coisas suficientemente diferentes para sermos muitos, e suficientemente idênticas para estarmos de acordo no mais importante: prioridade à iniciativa privada, preferência pela liberdade, políticas de família, preocupação com a segurança, exigência para com o Estado, uma ideia de responsabilidade, a recusa do Bloco Central e a resposta ao Bloco de Esquerda, a ideia do Estado com pessoa de bem, a autoridade dos professores, a importância dada à agricultura e ao mar, uma política fiscal favorável às famílias e às empresas. Cada um de nós que por aqui passou declarou as suas razões.


 


Ao contrário do que alguns gostam de dizer, em tom de desculpa para preferir outras paragens, passou por esta rua aquilo que o CDS de facto é. Pode haver quem se supreenda com a pluralidade de ideias e com a importância do consenso aqui gerado, mas é precisamente disto que é feito o CDS. E é com pessoas como as que (e com as que) deram a cara nesta rua que se faz o futuro do CDS.


 


Mas haverá tempo de despedidas e para apelos a que siga um percurso connosco. Agora é tempo de reflexão. Cada um sabe de si e dos seus argumentos. Amanhã é dia de usar os seus. Há cada vez mais gente como nós. E se desta vez votasse como lhe apetece?


 


Os autores desta Rua


Publicado em 26/9/09 às 03:58
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Sexta-feira, 25 de Setembro de 2009
Rua Direita

A delcaração de voto do Luís Coimbra, no 31 da Armada


 


"São os únicos a defender a economia de mercado, sem nuances; só reconhecem dois géneros humanos: o homem e a mulher e não aceitam um estatuto especial "cidadões transeleitores"; defendem a agricultura portuguesa e a nossa sustentabilidade alimentar; não são exageradamente europeístas e não aceitam o federalismo europeu."


 


 


Publicado em 25/9/09 às 23:41
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Francisco Beirão Belo

Vou votar CDS pela primeira vez, e vai ser um voto consciente. Consciente, porque acredito que o CDS é o partido cujo programa melhor defende os interesses nacionais, cria riqueza e cultiva os valores humanos com os quais me revejo.


 


O CDS é o único partido que nos últimos quatro anos e meio de descalabro de governação socialista, apresentou sempre um discurso coerente e credível, lutando pelas seus princípios,  ideias e valores.


 


Defendeu ideias para fortalecer a economia através de medidas específicas de apoio às empresas, em especial às PME. O sucesso das nossas empresas é sinonimo de crescimento da economia, cria-se riqueza e reduz-se o desemprego.


 


Foram os únicos que defenderam a agricultura Portuguesa.


 


Alertou para o estado caótico das finanças e para aumento desmesurado da dívida pública. Defendendo, nesta fase crítica que o país atravessa, apenas os investimentos de real interesse nacional.


 


Defendeu o fim dos abusos constantes no rendimento mínimo de inserção. Deste modo, poderemos verdadeiramente investir em quem mais precisa, tais como os pensionistas com as pensões mais baixas.


 


Defendeu afincadamente valores humanos, cívicos e da família, apresentando verdadeiras politicas de apoio à família e incentivo à natalidade (introdução do factor número de filhos no calculo do IRS).


 


Defendeu uma educação pública de qualidade, com professores verdadeiramente preparados para poder transmitir uma educação sólida em conhecimentos e valores aos nossos filhos, e que funcione com base no mérito de todos.


 


Defendeu uma política de segurança sólida e de proximidade para garantir a segurança de todos. E uma justiça mais independente, mais rápida, mais justa, que funcione e transmita confiança a todos os Portugueses.


 


E acima de tudo, defendeu uma sociedade mais justa e mais verdadeira.


 


Defendeu e sei que continuará a defender. Por isso, vou votar conscientemente no CDS.


Publicado em 25/9/09 às 23:24
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Adolfo Mesquita Nunes

O Pedro Mexia dispensa apresentações. E deixou o seu sentido de voto  CDS no seu novo blogue, Lei Seca. Nestes termos:


 


Curioso Número


Podia glosar José Mário Branco e dizer que voto à esquerda moderada nas sindicais, voto no centro moderado nas deputais e voto na direita moderada nas presidenciais. Não bate totalmente certo, mas ficam com uma ideia, e além disso soa bem.


 


Domingo temos eleições. Segundo a Bússola Eleitoral, há 75,9 % de possibilidades de eu votar no MPT, 75% de votar PDA (que nem concorre), 73,1% MMS e 71,4 % no PND e no MEP. Parece que sou um gajo dos pequenos. Grande novidade.


 


Já votei MPT, mas não me estou a ver a deitar em nenhum dos outros (o MMS nem sei bem o que é, excepto que têm problemas com a ortografia). A seguir vêm o CDS e o PSD, ambos com 69,6%, curioso número como dizia o outro. Daí para baixo seguem-se partidos com os quais não tenho afinidades: PNR, PS, MRPP, BE e CDU.


 


Como me apetece estar «representado» no parlamento, escolho entre os 69. E de entre esses dois escolho o partido que usa de clareza ideológica em vez de ambiguidade pragmática, que fez um bom trabalho parlamentar, que prefere a regulação à estatização, que defende as empresas e a criação de riqueza, que reforça a segurança dos cidadãos, que zela pela decência fiscal, que não hesita nas nossas alianças, que conduziu uma campanha sem disparates nem casos, que é chefiado um político inteligente e articulado. Se se calassem com a demagogia da «preguiça» eu agradecia, mas, tudo somado, vou pôr a cruz sem esforço.


 


Pedro Mexia


Publicado em 25/9/09 às 19:37
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Francisco de Almeida

Aqui está uma boa prova da coerência e seriedade do CDS. A aposta nas pequenas e médias empresas a começar já na campanha eleitoral...


 


http://www.briefing.pt/content/view/671/11/


 


Na minha opinião uma aposta bem ganha, parabéns à Once Upon a Brand pelo bom trabalho.


Publicado em 25/9/09 às 18:17
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João Lamy da Fontoura

«Há cada vez mais pessoas a pensar como nós. Por isso esqueçam as siglas, esqueçam os emblemas, comparem os programas eleitorais, comparem as lideranças e comparem até, se quiserem, o sentido de humor. Votem no CDS porque apetece votar no CDS».


Publicado em 25/9/09 às 18:06
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Ana Castro

O CDS é o partido que quer o melhor para Portugal.


 


Quer empresas privadas a funcionar bem e a dar emprego aos milhares de desempregados (grande flagelo dos nossos dias).


 


Quer incentivar a natalidade através das únicas medidas que podem resolver o problema (aumento do rendimento das famílias com mais filhos através da redução dos seus impostos).


 


Quer uma educação pública com professores bem preparados e que saibam transmitir às nossas crianças, futuros governantes do País, os valores que sempre nortearam Portugal.


 


Quer uma Justiça que funcione e resolva rapidamente os casos que ficam permanentemente por resolver.


 


Quer acabar com a corrupção.


 


Quer segurança nas cidades e nas aldeias.


 


Quer acabar com as listas de espera nos Hospitais e que todos tenham direito a ser tratados.


 


Quer acabar com a miséria que grassa nas grandes cidades.


 


Quer acabar com os abusos no rendimento mínimo de inserção .


 


Quer uma comunicação social livre mas que cumpra as regras deontológicas do jornalismo.


 


Confiemos o nosso voto ao CDS pois podemos ter a certeza que os deputados que ajudamos a eleger se baterão ferozmente por aquilo que o Povo anseia:


Paz, prosperidade, segurança, alegria de ser português... esperança no futuro.


Publicado em 25/9/09 às 17:56
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Francisco de Almeida

Nunca fui filiado em nenhum partido e nunca tive um interesse especial pela política. O nascimento do meu primeiro filho e a prestação deste governo nos últimos quatro anos levaram-me a pensar de uma forma mais frequente sobre o futuro do nosso país. Por isto, aceitei o desafio da Rua Direita para participar neste espaço de debate.


 


Vou votar no CDS porque é o único partido que, com um discurso sólido, coerente e credível, apresenta um caminho claro para o futuro, valorizando um princípio que considero fundamental: A Responsabilidade.


 


Não quero que os meus filhos cresçam numa sociedade em que o crime (de todas as formas e dimensões) não é punido porque o sistema judicial funciona mal, e em que escândalos gravíssimos pairam no ar até prescreverem ou caírem no esquecimento, sem que deles decorra qualquer consequência.


 


Não quero que os meus filhos cresçam numa sociedade gerida por um Governo ao qual é permitido fazer promessas infundadas, denegrir a imagem e a autoridade dos professores, dizer-se e desdizer-se sobre inúmeros temas com a maior das naturalidades, ficando de consciência perfeitamente tranquila.


 


Não quero que os meus filhos cresçam numa sociedade que desvaloriza ao ponto de querer McDonaldizar valores fundamentais como a família e o casamento, em que o compromisso não tem valor, e em que o “fast food” das relações permite de uma forma simples o casamento e o divórcio entre todos (independentemente do sexo) sem que exista qualquer consciência de que, na maior parte dos casos, se está a destruir um lar e uma família.


 


Não quero que os meus filhos vejam vedadas as suas ambições de desenvolvimento profissional e económico por viverem numa sociedade que pune o esforço e o mérito profissional, e que tem numa lei laboral excessivamente rígida a protecção para quem não quer trabalhar.


 


Não quero que os meus filhos cresçam numa sociedade que herde uma enorme dívida gerada por um número desmesurado de investimentos públicos sem estratégia, num esforço inútil de regenerar uma economia em estado vegetal, e que não geraram o valor esperado na altura da sua aprovação. 


 


E sobretudo, não quero que os meus filhos tenham em soluções “chave na mão” como o aborto uma solução para lapsos de responsabilidade.


 


Ambiciono uma sociedade em que os meus filhos sejam livres para escolher o seu próprio caminho sabendo que, a cada passo, terão de responder pelos seus actos e de arcar com as consequências dos mesmos, sejam elas boas ou más. Por esta razão tenho claro que o meu voto nestas eleições será no CDS.


Publicado em 25/9/09 às 17:49
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João Távora


 


Se passamos a vida a lamentar a História e o nosso crónico atraso (eu que o diga) porque não arrepiamos caminho? Parece-me urgente alterarmos os paradigmas que têm gerido os destinos do nosso país desde tempos imemoriais, reforçados pela matriz socialista do regime nos últimos trinta e tal anos. 


A responsabilidade na mudança deste estado de coisas está, e sempre esteve, na vontade e competência dos indivíduos. Mas o primeiro passo a dar, será sem dúvida, uma mudança massiva dos portugueses no seu sentido de voto: um voto que devolva às pessoas o protagonismo do sucesso das suas vidas, que motive a comunidade a descobrir a sua auto-estima na construção dum país mais prospero e mais livre. 


Um país com uma direita débil é um país pobre, estagnado e deprimido; e a viragem só pode começar com um novo mote, com um voto renovado: um voto na responsabilidade, no trabalho, nos valores que regem uma autêntica meritocracia. Para que assim possamos construir e delegar aos nossos netos uma História de esperança e com futuro. É tempo de virar o voto à direita.


Publicado em 25/9/09 às 16:54
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Maria Domingas Carvalhosa

Será que os portugueses a partir de dia 28 vão continuar a querer isto?


Publicado em 25/9/09 às 16:36
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Rua Direita

Se as ideias são boas, os títulos podem ser um bocado parvos. Agora, não ter ideias ou ter ideias parvas, não funciona.


Publicado em 25/9/09 às 16:30
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Margarida Furtado de Mendonça

Não acredito em sondagens. Preocupa-me que haja quem acredite e que se deixe ir. Preocupa-me que haja quem pense que não vale a pena que um voto não faz diferença. FAZ. Faz toda a diferença, um voto é um voto, é um, é o único que cada cidadão pode e deve dar, não há outro.


 


Não acredito. A mim as sondagens não influenciam, só me espantam. Mas vamos ver que o resultado das sondagens nada tem a ver com os resultados de domingo.


 


Não votar PS no dia 27, é um princípio. Votar CDS é a solução.


Publicado em 25/9/09 às 16:11
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Adolfo Mesquita Nunes

Manuela Ferreira Leite diz que votar CDS é indiferente. Ficámos portanto a saber que, para Manuela Ferreira Leite, é indiferente que, pelo menos, o PS ganhe um deputado ao CDS em Aveiro, Braga, Porto, Santarém e Setúbal (círculos em que o último deputado a eleger está a ser disputado unicamente pelo PS ou o CDS). Ou seja, para Manuela Ferreira Leite, é indiferente que seja o PS ou o CDS a ganhar estes 5 deputados.


 


E recordo que nos círculos de Leiria, Lisboa, Viseu e Viana, a eleição do último deputado pelo PSD se faz à custa da não eleição de um deputado pelo CDS, pelo que o PS em nada sai penalizado pela transferência de votos do eleitores que preferem o CDS para o PSD.


 


De notar que esta contabilidade tem em conta os eleitores que estão indecisos entre um e outro partido, salvaguardando por isso os resultados habitualmente conseguidos pelo PSD graças ao seu eleitorado seguro.


Publicado em 25/9/09 às 16:08
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Rua Direita

Manuela Ferreira Leite já só tem oito horas para ter uma ideia. Ok, pode ser meia ideia.  


Publicado em 25/9/09 às 16:07
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Rua Direita

Já há autocarros de campanha de Santana Lopes a circular em Lisboa.


Publicado em 25/9/09 às 16:01
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Margarida Furtado de Mendonça

Encontrei uma explicação de b-a-ba maravilhosa. Tira dúvidas básicas. Não é preciso ser mestre em nada para perceber.

é de pequenino...




 


Publicado em 25/9/09 às 16:00
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Rua Direita

Há dois tipos de indecisos no PSD: os que ainda não sabem se vão  votar no CDS e os que não sabem se votando no PSD estão a votar em Passos Coelho, Manuela Ferreira Leite, António Preto, Morais Sarmento. Alexandre Relvas, Marcelo Rebelo de Sousa ou Cavaco Slva.  


Publicado em 25/9/09 às 15:55
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Rui Castro

Ide ler o que escreveu o Pedro Pestana Bastos


Publicado em 25/9/09 às 15:52
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Margarida Furtado de Mendonça

Seria caso para dizer que o povo tem memória curta, esquece-se do que é inesquecível, mesmo antes de ir a votos.


 


Dizem as sondagens... mas eu não acredito!


 


Publicado em 25/9/09 às 15:51
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Bernardo Campos Pereira

Para quem está a pensar em votar no Bloco de Esquerda, para quem quer um voto útil e uma verdadeira mudança, a melhor alternativa é mesmo o CDS-PP.


Publicado em 25/9/09 às 14:23
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Maria Domingas Carvalhosa

Passei a moradora do Rua Direita, por acaso. Não sou filiada e o que me une ao CDS são as ideias. Deixei,aqui, logo no início, um post onde explicava as razões que me trouxeram para esta rua. Deixo aqui, hoje, as razões que me levam a votar, no Domingo, no CDS.


 


Vou votar no CDS…


 


… porque este é o único partido que respeita a minha liberdade individual.


… porque estou farta de ‘conversas da treta’, retiradas das entrelinhas e da intriga política. Gosto que me falem claro. E, nestas eleições, só o CDS falou claro.


… porque quero as minhas ideias bem representadas no parlamento.


… porque sou livre de votar no melhor. Não me chega o menos mau.


 


Vou votar CDS … porque só assim voto em consciência.


Publicado em 25/9/09 às 14:16
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Diogo Duarte Campos

Francisco Louça para além de ser líder do Bloco de Esquerda é professor universitário. Catedrático em Economia.


 


Tem, assim, especiais responsabilidades no que diz sobre o tema. Não é um cidadão comum ou, como os juristas gostam de dizer, um homem médio, mas sim alguém com especiais responsabilidades.


 


Aliás, note-se, Francisco Louça, ainda que subliminarmente, não deixa de chamar a sua especial auctoritas no que concerne a temas económicos.


 


Porém, o mesmo Francisco Louça que é professor catedrático não hesita em cometer erros – que, no caso concreto, só podem ser cometidos dolosamente – para amealhar mais uns votos. Três exemplos.


 


O primeiro e mais óbvio consiste em afirmar que as Nacionalizações de 74/75 foram feitas para salvar a economia do país, dando um pontapé em toda a história económica. Mas deixemos este cado de lado, concedendo que se deve apenas a uma visão distorcida da realidade


 


De facto, muito mais grave foi a afirmação de Francisco Louça - feita pouco antes da pré-campanha – de que “se metermos duas notas numa caixa e esperarmos um ano, no final temos apenas duas notas”, para concluir a final que “o capital nada cria, tudo é criado pelo trabalho”.


 


A confusão dolosa e ardilosa entre dinheiro e capital enquanto meio de produção foi tão escandalosa que mereceu um fortíssimo ataque em artigo de opinião do seu Colega de Faculdade, Doutor João Duque, dizendo mesmo que tal afirmação quando feita por um aluno do primeiro ano de economia significaria um chumbo na certa.


 


Mas nós, culpa nossa, nunca confrontamos Louça com as suas incoerências, dando-lhe roda solta para continuar a pontapear a economia, da qual é catedrático.


 


Já em plena campanha surge o último exemplo: parte da Galp foi vendida a Américo Amorim (na verdade foi vendida à Amorim Energia, o que não é a mesma coisa, mas avante) por 1700 milhões de euros e tem lucros de 300/400 milhões de euros, para concluir que em 4/5 anos o investimento feito pelo empresário se encontrará pago.


 


Mas, como já se disse, Louça não é um cidadão qualquer e sabe que o seu raciocínio não é simplesmente errado, mas sim falso, dolosamente construído para enganar.


 


Louça não pode deixar de saber que 1700 milhões de euros custam dinheiro, muito dinheiro, pois, haverá que pagar juros sobre esse montante ou remunerar o capital caso a compra tenha sido efectuada com base em capitais próprios.


 


Ora, admitindo uma taxa de 3,5% no financiamento, tal facto significa que o serviço anual da dívida será de cerca de 59,5 milhões de euros (fora comissões, encargos e tudo o mais).


 


Por outro lado, como Louça não pode deixar de saber o lucro líquido do exercício não se confunde com a remuneração aos accionistas, na medida em que uma parte – parte significativa – não é distribuída.


 


Assim, admitindo um pay out de 50% (muito generoso diga-se), aos accionistas apenas será distribuído cerca de 200 milhões de euros.


 


Mas mais: como Louça muito bem sabe a Amorim Energia apenas detém 33% do capital social da Galp, pelo que apenas receberá – como é lógico e evidente – 33% dos 200 milhões de euros distribuídos, ou seja, 66 milhões de euros.


 


Assim, a verdade é que para pagar o seu investimento apenas à custa da distribuição de dividendos manifestamente não bastariam os 4/5 anos esgrimidos por louça, mas sim 261,5 anos.


 


Mas claro há um outro factor – para mim o mais importante – e que Louça também não gosta de falar: os resultados que a Galp apresenta hoje apenas são possíveis por causa da sua nova gestão.


 


Enquanto o Estado por lá andou nunca foram sequer comparáveis. Desde a sua privatização a Galp mudou o rumo, investiu na produção, correu riscos e criou riqueza, enquanto durante o tempo de controlo estatal se limitou a explorar um monopólio.


 


Essa é toda a diferença entre a gestão pública e privada.


 


Contas simples que demonstram o erro doloso de Louça, relembre-se Catedrático em economia.


 


Assim, usando uma expressão que Louça tanto gosta, votar Bloco é votar na aldrabice. É votar na desinformação.


Publicado em 25/9/09 às 12:56
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João Ferreira Rebelo

Eram algumas as certezas e bastantes as dúvidas quando entrei para a Rua Direita. Mas a pouco e pouco, graças à troca de ideias e à discussão proporcionada, as certezas chegaram. E chegaram com convicção.


 


Não há partidos perfeitos. Não há dirigentes perfeitos. Mas há partidos e dirigentes que mostram mais trabalho, mais seriedade e mais mérito. E a clareza com que o CDS falou ao longo desta campanha, quer se goste ou não, veio mostrar isso mesmo. Que há diferenças. Que há alternativa.


 


É por isso que, a 2 dias das eleições, acredito que o CDS é “a” alternativa séria e credível. Que o CDS tem para oferecer um caminho a todos os que precisam de voltar a acreditar que é possível fazer boa política.


 


E quanto ao voto útil, de que muito se tem falado e sobre o qual recomendo os vários textos que aqui na Rua Direita se têm escrito, é altura de dar esse voto útil ao CDS. Ao longo das últimas eleições muitos foram os eleitores que, por causa do voto útil, retiram o seu apoio ao CDS. A prova de que afinal essa opção não teve qualquer utilidade está vista. Um Portugal pobre e enganado. Útil é apoiar quem precisa e o CDS precisa que a grande maioria silenciosa e que a verdadeira Direita se cheguem à frente no próximo Domingo.


 


Estou convencido. Votarei CDS e apelo a todos que acreditam na liberdade, no mérito e na política de excelência que dia 28 sejam “úteis” ao CDS e ao país!


Publicado em 25/9/09 às 12:52
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Rua Direita

Primeira vitória: aqui.


Publicado em 25/9/09 às 12:33
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Rua Direita

O quinto deputado que o CDS eleger por Lisboa é disputado com a CDU.


Publicado em 25/9/09 às 12:29
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Rui Castro

Passados 4 anos: há o mesmo número de pobres, há mais desempregados, a justiça está mais lenta, a saúde e a educação estão na mesma, os índices económicos pioraram, a comunicação social nunca esteve tão controlada, a contestação social aumentou e a confiança nas instituições diminuiu. Este é o país que os socialistas nos deixam. Quando votarmos dia 27 é bom que não nos esqueçamos. Sócrates, ao contrário do que nos tentaram impingir, é um falso competente que vive única e exclusivamente da imagem. É muito pouco para ser primeiro-ministro.


Publicado em 25/9/09 às 12:21
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Rua Direita

Fernando Lima já não é fonte oficial é apenas a fonte: "Fernando Lima deixou de ser o responsável pelas relações de Belém com o exterior por se considerar que, depois da polémica à volta do seu nome, não poderia assegurar o lugar com eficácia".


Publicado em 25/9/09 às 12:10
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Rua Direita

O Papa aceitou o convite de Cavaco para vir a Portugal no próximo ano. Portugal? No próximo ano? Existirá?


Publicado em 25/9/09 às 11:54
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